A Directoria do Centro da #Polícia Judiciária (PJ) está convicta que resolveu o caso que originou, em Julho de 2014, a morte de uma jovem de 20 anos em Arganil, no distrito de Coimbra. As suspeitas recaem num jovem de 19 anos, então namorado da vítima, que fica agora a aguardar julgamento em prisão preventiva, após ter sido interrogado hoje, 8 de Maio, no Tribunal de Instrução Criminal de Coimbra. O suspeito é operário fabril e possui antecedentes criminais relacionados com crimes de furto. A jovem tinha sido dada como desaparecida, tendo o cadáver sido encontrado em Novembro do ano passado numa zona montanhosa da região.

De acordo com um comunicado emitido pela Directoria do Centro da Polícia Judiciária, que deteve o jovem ontem, 7 de Maio, e que o apresentou hoje ao juíz de Instrução Criminal, os factos ocorreram em Julho de 2014 na região de Arganil. "A morte da rapariga terá ocorrido na sequência de uma queda, de grande altura, provocada pelo suspeito", refere o mesmo comunicado. A Judiciária avança com a informação que os dois jovens mantinham uma "relação amorosa conturbada". O suspeito está indiciado pela presumível autoria de um #Crime de homicídio, na forma consumada.

Três detenções por abusos sexuais a crianças

Também hoje, a mesma Directoria do Centro da Polícia Judiciária (PJ) anunciou a detenção de três indivíduos suspeitos de crimes de abusos sexuais de menores nas zonas de Cantanhede e Figueira da Foz, igualmente no distrito de Coimbra. Os detidos têm 55 e 61 anos de idade, e a vítima é uma rapariga de 12 anos.

De acordo com a PJ, dois deles, um de 55 anos e o outro de 61 anos, "praticaram, de forma reiterada, vários crimes de abuso sexual" sobre a menina, "aproveitando-se o primeiro de uma situação de proximidade, de vizinhança, e o segundo da relação familiar", já que era tio da menor.

O terceiro detido, de 61 anos, é suspeito também de ter praticado de forma reiterada, vários crimes de abuso sexual, de que foi vítima uma menina com 5 anos de idade, com quem tinha uma relação familiar.

Presentes a primeiro interrogatório judicial, os três homens ficaram proibidos de contactar com as vítimas, para além de serem obrigados a apresentarem-se periodicamente às autoridades das suas zonas de residência. #Justiça