Um homem e uma mulher morreram na madrugada desta segunda feira, 22 de junho, depois do carro em que se encontravam ter caído ao rio Tejo, em Lisboa. Até ao momento ainda não são conhecidas as causas do #Acidente, que ocorreu numa zona do terminal de contentores do Porto de Lisboa, que é interdita à maioria dos veículos. Depois das operações de busca e resgate, a Polícia Judiciária foi chamada ao local para investigar o que terá acontecido.

O alerta foi dado pelas 03h20 desta segunda feira por um grupo de jovens que terá assistido à queda do automóvel, de matrícula portuguesa, ao rio Tejo. A queda ocorreu na Rua da Cintura do Porto, junto à zona de Santa Apolónia, onde existem alguns espaços de diversão noturna.

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Dado o alerta, a Polícia Marítima enviou de imediato uma embarcação para o local, que constatou a existência de uma viatura submersa. Dentro da mesma encontravam-se duas pessoas, que a Polícia adianta terem cerca de 50 anos de idade.

A Polícia Marítima contou com o apoio dos Bombeiros Sapadores, de uma equipa de mergulhadores e de uma embarcação da Administração do Porto de Lisboa nas operações de busca, que só ficaram concluídas pelas 07h00 da manhã. A viatura ficou presa no lodo do rio, o que obrigou a trabalhos extraordinários para a sua remoção e ao uso de uma grua do Porto de Lisboa. As duas vítimas estiveram submersas várias horas, pelo que já foram resgatadas sem vida.

Até ao momento sabem-se poucos pormenores do acidente, que aconteceu numa zona interdita à circulação de veículos automóveis, sendo que à mesmo só têm acesso viaturas que apoiam o terminal de contentores do Porto de Lisboa.

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A viatura de marca Opel Corsa é de cor branca e tem matrícula portuguesa, mas as autoridades ainda não esclareceram qual a nacionalidade, a identidade ou o grau de relação dos dois ocupantes. O grupo de jovens que assistiu à queda do veículo e deu o alerta às autoridades pode ser determinante para apurar as eventuais causas que levaram um veículo a cair ao rio Tejo com dois ocupantes no seu interior. As diligências ficam agora entregues à Polícia Judiciária.