O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, que esteve recentemente em Tondela a inaugurar as obras de requalificação da estrada regional 230, garantiu que a proposta final para uma via alternativa ao actual Itinerário Principal 3 (IP3), entre Viseu e Coimbra, estará concluída até final da legislatura, ou seja, até Outubro próximo. O governante assegurou também que esta solução não vai acarretar qualquer custo para os contribuintes dado que será totalmente financiada por operadores privados e pelos utilizadores, não havendo deste modo participação financeira estatal.

A nova via não se sobreporá ao actual IP3, pelo que este itinerário continuará a existir como alternativa, sendo alvo de beneficiações para que possua condições de circulação em segurança e qualidade.

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Sérgio Monteiro salientou que o trabalho de preparação está feito, mas, dado que a legislatura está no seu final, terá de ser o novo #Governo a prosseguir com o projeto.

José António de Jesus, presidente do município Tondelense, desde há muito que reivindica que, caso se verifique algum tipo de sobreposição entre o actual IP3 e a nova auto-estrada, esses mesmos troços não deverão ser alvo de pagamento de qualquer portagem, dada a inexistência de alternativas para os automobilistas. Já nos troços em que não haja coincidência de traçado, defende que é aceitável que seja cobrada portagem aos seus utilizadores.

Feira semanal com destino definido em breve

Depois de inaugurado o novo Mercado Municipal de Tondela, surge na ordem do dia a questão do local para a realização da feira semanal.

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Como se sabe, o antigo espaço da feira foi alvo de requalificações substanciais, ficando agregado ao parque urbano da cidade. Tais obras implicaram que a feira semanal fosse transferida para terrenos anexos, sendo que o município suporta as rendas pela utilização de um espaço que como se sabe é privado.

Recentemente foi promovido pela autarquia um inquérito aos feirantes no sentido de que se pronunciassem de qual o local que achavam mais atrativo para a realização de feira: no espaço atual ou no antigo. Entretanto, numa das últimas feiras foram divididos alguns dos feirantes entre o local atual e o espaço requalificado, o que não foi bem aceite por alguns comerciantes, nomeadamente os da área da restauração que asseguram que perderam muita da sua clientela habitual, motivado pela dispersão dos feirantes e, por consequência, dos clientes. A situação é de complexa resolução, já que, se por um lado a atual localização não reúne as condições ideais para comerciantes e clientes, o espaço requalificado não se adapta completamente às exigências de uma feira.