Uma mulher de 47 anos de idade, do distrito de Santarém, foi detida pela #Polícia Judiciária suspeita pela prática do #Crime de lenocínio de menores. A arguida, que se dedicava à prostituição, aliciava raparigas menores de idade para praticarem sexo a troco de dinheiro. A investigação policial já identificou seis vítimas e está a tentar identificar outras alegadas menores abordadas pela mesma mulher. O tribunal proibiu-a de permanecer em locais frequentados por menores e de manter contacto, para além de exigir que se apresente periodicamente às autoridades.

De acordo com um comunicado emitido esta sexta-feira, 7 de Agosto, pela Polícia Judiciária, a detenção da mulher foi efectuada no âmbito de uma investigação a cargo da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo. Diligências acabaram por concluir que a detida, de 47 anos e residente no distrito de Santarém, dedicava-se à prostituição. “Aliciava raparigas jovens, entre os 13 e os 16 anos, para a prática de actos sexuais com homens a troco de dinheiro”, refere o mesmo comunicado, acrescentando que as quantias provenientes daquela actividade eram “repartidas entre a angariadora e as raparigas”.

A Polícia Judiciária informa, ainda, que até ao momento foram identificadas “seis menores abordadas por esta mulher”. Para concretizar os seus intentos, esta tentava criar amizade e confiança com as raparigas que posteriormente as incentivava para a prostituição. Apesar da detenção da mulher e de a mesma ter sido presente a primeiro interrogatório judicial, no âmbito do qual lhe foram impostas as medidas de coação de “proibição de contactos com menores, proibição de frequentar locais onde se reúnam jovens e apresentações às autoridades”, a Polícia Judiciária prossegue com a investigação no sentido de tentar identificar outras alegadas vítimas.

Por outro lado, num outro comunicado, a mesma polícia criminal informa da detenção, no distrito de Lisboa, de um homem, com 54 anos de idade, suspeito de ter abusado sexualmente de uma menina de 13 anos, sua familiar. “Os factos ocorreram no passado fim-de-semana, no decorrer de um convívio familiar, tendo o presumível autor aproveitado a ocasião de ter ficado, por um tempo, a sós com a vítima, para dela abusar sexualmente”, refere o mesmo comunicado enviado à imprensa.