Estado Islâmico decidiu tornar pública a lista dos sessenta países que são considerados oficialmente inimigos do maior grupo terrorista do mundo. Segundo avança o jornal “Económico”, num vídeo publicado recentemente, um dos líderes do Estado Islâmico prometeu não dar qualquer tipo de “tréguas” contra a denominada “coligação do diabo”. Na lista estão países que neste momento bombardeiam a Síria, mas também alguns surpreendentes como é o caso de Portugal, que apesar de já ter revelado publicamente que iria sempre combater o #Terrorismo, nunca moveu uma acção militar contra o grupo terrorista.

Dos muitos vídeos que o Estado Islâmico tem publicado nas últimas semanas, após os atentados de Paris, este é o primeiro que inclui Portugal no grupo restrito de alvos prioritários do grupo terrorista, que somente tinha feito referência ao nosso país em Agosto, numa revista oficial do Estado Islâmico, onde apontava a Península Ibérica como a primeira etapa para, até 2020, conseguirem dominar toda a Europa.

Num pequeno vídeo onde é possível ouvir-se a voz de um dos alegados líderes do Estado Islâmico, é perceptível a intenção do grupo em “não dar tréguas” a todos aqueles que estão a combatê-los neste momento. Numa lista de 60 países que denominam como “coligação do diabo”, a Europa é o continente mais representado, contando ainda com as maiores potências mundiais, como é o caso da China, Estados Unidos, França e Alemanha. Ainda assim, o porta-voz do grupo confessa não estar preocupado: “O nosso aliado é maior: Temos Deus e toda a sua glória”, revelou o terrorista no vídeo abaixo:

De uma forma um pouco inesperada, Rússia, mas também o Irão e a Turquia, estão fora da lista, porém o Estado Islâmico deixa um aviso a esses países: “estão a juntar-se ao grupo”. Apesar de este revelar intenções contra Portugal, deixando o recado que não vai dar tréguas a nenhum dos seus inimigos, França continua a ser o principal alvo do maior grupo terrorista do mundo. Noutro vídeo o Estado Islâmico revelou que o Hollande declarou uma guerra contra o terrorismo que não consegue vencer, prometendo “esmagar” França: