A noite do dia de Natal foi de tragédia na pequena localidade de Santa Cruz, no concelho de Armamar. Um homem muniu-se de uma caçadeira e disparou contra a mulher no interior da sua própria casa. A vítima não resistiu aos ferimentos e teve morte imediata. Na habitação estavam a filha do casal, uma menina de 16 anos, que terá assistido ao assassinato na companhia de uma avó. Depois de ter, alegadamente, cometido aquele horrendo #Crime, o homem disparou contra si, vindo a morrer algum tempo depois. A Polícia Judiciária está a investigar o caso.

Nem sempre o espírito de Natal é de paz e harmonia no seio das famílias. Há quem não consiga viver em concórdia e que tente marcar, pela negativa e para toda a vida, a vivência daqueles que veem o Natal como uma época especial. Exemplo disso mesmo foi o que terá feito um homem com cerca de 40 anos, que escolheu a noite do dia de Natal para ser protagonista de um cenário de barbárie. Que certamente irá marcar para sempre a vida da sua filha de apenas 16 anos de idade. Tudo aconteceu na freguesia de Santa Cruz, na zona Sul do concelho de Armamar, no distrito de Viseu.

Eram cerca das 22 horas do dia 25 de Dezembro de 2015, quando o homem terá disparado tiros de uma caçadeira contra a mulher. Presume-se que a vítima terá morrido de imediato. Depois, o homicida terá disparado a mesma arma contra si próprio. Tudo aconteceu no interior da habitação do casal, onde se encontrava a filha menor de idade com uma avó. As duas terão assistido ao macabro crime, sem nada poderem fazer.

Quando os meios de socorro chegaram ao local encontraram a mulher já cadáver e o homem com sinais de vida. Prestaram-lhes os primeiros socorros e o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viseu accionou um helicóptero de transportes de doentes, para facilitar o transporte da vítima para a unidade hospitalar. Mas acabaria por não ser utilizado, já que o homem não resistiu aos ferimentos, tendo o óbito sido declarado por cerca da meia-noite.

A Guarda Nacional Republicana tomou conta da ocorrência, mas a investigação foi entregue à Polícia Judiciária, cujos inspectores e peritos forenses estiveram no local a recolher elementos que possam servir para esclarecer as razões e como aconteceu aquele crime.