Três jiadistas suspeitos de estarem envolvidos nos ataques terroristas em França, do passado mês de Novembro, poderão estar em Portugal. A imprensa nacional avançou com a notícia ao início do dia de hoje, 18 de Dezembro, assegurando que as autoridades portuguesas receberam alertas da Interpol e da #Polícia espanhola. Segundo as últimas informações, estes homens poderão estar armados e são considerados perigosos. Desde os atentados na capital francesa que este não é o primeiro alerta da entrada de terroristas em Portugal.

O diário Jornal de Notícias avança na sua edição de hoje com a notícia de que três presumíveis jiadistas poderão estar em solo nacional, assegurando ainda que “os terroristas estarão armados e são referenciados como extremamente perigosos”. O que é possível saber até ao momento é que este alerta não é meramente para Portugal, mas estende-se sim a todo o território europeu. Assim, sabe-se que as autoridades procuram os suspeitos Kevin Guiavarch, Memdi Kaddour e Samir Bouzid, todos eles com ligações ao autodenominado Estado Islâmico. O suposto líder do grupo, Bouzid, poderá estar a viajar num Citroën de cor escura e com matrícula francesa. Segundo as últimas informações, acredita-se que estes indivíduos estejam entre Portugal e Espanha e que um deles poderá estar a viajar acompanhado de uma mulher e de uma criança.

As autoridades portuguesas estão no momento a cooperar com as espanholas e a fronteira com Espanha, nomeadamente na zona do Alto Minho, foi encerrada por precaução. Também os Serviços de Estrangeiros e Fronteiras estão a controlar quem entra e quem sai do país. Quanto ao Ministério da Administração Interna, apesar de não ter prestado qualquer esclarecimento, garantiu ao jornal Económico que vai “tomar uma posição até ao meio da manhã”, conforme escreve a mesma publicação.

Contudo, a Polícia Judiciária emitiu também um comunicado no dia de hoje onde desmente todas as informações avançadas pelo Jornal de Notícias, garantindo que não há “quaisquer razões para alarme e o nível de ameaça terrorista em Portugal mantém-se inalterado”, cita o Diário de Notícias. #Terrorismo