Há sensivelmente uma semana, o país perdeu um dos grandes nomes do teatro português. Nicolau Breyner partiu sem dizer adeus e, uma semana depois, ainda são muitos aqueles que lhe prestam a sua homenagem.

Nos Açores, é possível vermos um mural com uma imagem de Nicolau Breyner como forma de o homenagear. O artista Odeith quis prestar o seu tributo ao ator e desenhou um mural com a sua imagem. No mural pode ainda ler-se "Em memória do Sr. Contente", assim como a data do seu nascimento e da sua morte. Mas esta é apenas uma de tantas homenagens prestadas ao ator. Mas esta é apenas uma de tantas homenagens prestadas ao ator que, aos 75 anos, nos deixou vítima de ataque cardíaco. As formas de agradecimento a Nicolau pelo que deu ao nosso país em vida continuam a multiplicar-se e a mover multidões. 

No passado domingo, a TVI emitiu uma homenagem ao ator que atualmente gravava a novela "A Impostora". O seu enteado, Tiago Teotónio Pereira, também não deixou de mostrar a sua tristeza pela perda de Nicolau e partilhou uma foto em família nas redes sociais, assim como a sua mãe, Mafalda Bessa, ex-mulher do ator.

Mas foi a homenagem de Fernando Mendes que deixou milhares de pessoas de lágrimas nos olhos. O apresentador de "Preço Certo" não conteve as lágrimas ao recordar a partida do seu amigo e companheiro de anos e deixou Portugal. novamente, em lágrimas ao recordar o ator.

Por outro lado, também Herman José quis prestar o seu depoimento sobre a tragédia ocorrida no passado dia 14 de março. Em entrevista ao jornal Expresso, Herman afirma que «fui um miniclone do Nicolau Breyner». Colegas de profissão e amigos, Nicolau e Herman cruzaram-se na vida e nunca mais se largaram. "Sr. Feliz e Sr. Contente" foi uma rábula que se tornou fulcral na carreira de ambos. "Foi uma espécie de Euromilhões. Uma pessoa tem 20 anos, é completamente desconhecida e ainda está longe de ter encontrado o seu talento e em poucas semanas fica-se uma vedeta", afirma Herman em entrevista ao Expresso. 

Agora, uma semana após a morte de Nicolau Breyner, restam as homenagens e, sobretudo, a saudade. As memórias daquela que foi uma figura incontornável da cultura portuguesa. Porque com a partida do Nicolau, partiu um bocadinho de todos nós. Porque sem o Nicolau, Portugal perdeu mais um bocadinho da sua alegria.  #Personalidades #Teatro