Um agente da unidade de elite da GNR está a ser alvo de um processo disciplinar, depois de ter sido apanhado a fazer #Filmes pornográficos. O jornal Correio da Manhã noticia que este cabo da GNR, de 35 anos, terá mantido uma espécie de vida dupla, como agente policial e como actor pornográfico, ao longo dos últimos anos.

Actuando sob o nome artístico Frank Stone, o cabo da GNR participa em alguns dos filmes da produtora pornográfica portuguesa Pornlowcost, nomeadamente em "As Ronaldas", a sua última grande produção, que teve como inspiração Cristiano Ronaldo e como pretexto a presença da Selecção Portuguesa no Euro 2016.

O cabo da GNR ainda participa em "Portuguesas sem vergonha", outro filme pornográfico da Pornlowcost, onde surge de óculos escuros, numa cena com uma actriz, naquilo que parece um palco e com várias pessoas a assistirem.

O Correio da Manhã também revela que o agente participou em espectáculos do Eros Porto e divulga mesmo uma foto dele em plena acção no evento.

Arrisca uma sanção disciplinar

Este elemento da Unidade de Intervenção arrisca agora uma sanção disciplinar por eventual violação dos deveres de bom comportamento público a que os agentes da GNR estão obrigados.

Além disso, não teria, alegadamente, autorização da força policial para exercer uma actividade paralela que se acredita terá sido remunerada, conforme evidencia também o Correio da Manhã.

O agente estará de baixa médica desde que o processo disciplinar foi despoletado.

Outro agente da GNR causou polémica com strip em bar

Este não é  primeiro agente da GNR envolvido num escândalo deste tipo. Outro cabo desta força policial provocou polémica por ter feito um striptease num bar de Oliveira de Azeméis, no Dia Internacional da Mulher.

Ele terá actuado com a farda da GNR e com a arma de serviço. Ou, pelo menos, foi isso que alegaram no processo que foi movido contra ele.

Este cabo da GNR foi condenado, numa primeira instância, a uma pena suspensa. Mas veio depois a ser ilibado de qualquer sanção pelo Tribunal da Relação, após a apresentação do recurso. Este tribunal entendeu que não ficou provado que a arma era mesmo autêntica. #Polícia #Insólito