Quatro jovens com idades entre os 14 e os 20 anos morreram nas praias portuguesas desde o início da presente época balnear, a 1 de Maio. Os números foram divulgados pela Autoridade Marítima Nacional, dando conta, ainda, da morte de mais três adultos, um deles por doença súbita. Das sete mortes contabilizadas, até 31 de Julho, três ocorreram em zonas marítimas não vigiadas. No mesmo período, as autoridades marítimas realizaram 18 buscas, com êxito, de crianças perdidas na praia.

Ao fim dos primeiros três meses da época balnear 2016, a Autoridade Marítima Nacional divulgou os números trágicos das mortes ocorridas em praias portuguesas, localizadas nas áreas da sua jurisdição marítima. No total morreram sete pessoas, das quais quatro eram jovens, menores de 20 anos. O balanço revela, igualmente, que três pessoas morreram afogadas em praias não vigiadas. Quanto à actividade dos nadadores-salvadores, a Autoridade Marítima anuncia que foram necessárias efectuar 207 intervenções nas áreas concessionadas e 351 em praias não concessionadas, cuja assistência é prestado ao abrigo de sistemas integrados implementados. O balanço dá conta, ainda, de 485 pessoas assistidas com primeiros socorros, tendo sido realizadas 18 buscas a crianças perdidas na praia, com sucesso no resultado final.

A primeira morte ocorreu a 10 de Junho na praia dos Três Pauzinhos, em Vila Real de Santo António, que vitimou um jovem de 16 anos. No dia 27 do mesmo mês foi a vez de uma rapariga de 14 anos perder a vida na Póvoa do Varzim. Já a 13 de Julho, morreu um homem de 65 anos, de nacionalidade francesa, na praia de Benagil (Portimão). Morreu, também, um outro homem da mesma idade, vítima de doença súbita ocorrida numa praia de Ribeira Quente, na ilha açoreana de São Miguel. Por outro lado, a 27 de Junho, morreu um jovem de 20 anos afogado na praia fluvial de Crestuma, no rio Douro. Por sua vez, nas zonas fluviais não vigiadas, foram registados dois afogamentos fatais, que vitimaram um jovem de 17 anos, no rio Tejo, na zona do Oceanário de Lisboa (a 23 de Junho), e de um homem de 40 anos, no lugar da Cantareira, na Foz do rio Douro (22 Julho). #Afogamento