Atualização

Na manhã deste sábado, o Exército comunicou o falecimento, pelas 9:25 horas, do Soldado Dylan Araújo da Silva. Leia aqui o artigo.


 

Mesmo na possibilidade de recuperarem totalmente, os militares do Exército do curso de Comandos que foram hospitalizados não irão voltar. O imprevisto ocorreu na sequência de uma formação que teve lugar no Campo de Tiro de Alcochete, no passado domingo, dia 4 de Setembro. O calor estava muito forte e, em conjunto com os exercícios ‘pesados’ levados até à exaustão, fez com que vários militares tivessem que ser transportados para o hospital. Um deles, Hugo Abreu, natural da freguesia do Campanário (Ribeira Brava), na Madeira, acabou inclusive por perder a vida.

Os restantes colegas, integrantes do curso de Comandos que actualmente está suspenso, estão a ser alvo de uma avaliação médica que ditará a sua reintegração, ou não, no curso que frequentavam. Composto por 57 soldados, 10 sargentos e três oficiais, o curso não tem ainda data prevista para retomar, pelo que tudo permanece em suspenso. Certo é que os elementos que foram hospitalizados já não voltam mais ao curso de Comandos do Exército português.

Ainda esta sexta-feira (9) permaneciam três militares internados. Um deles, em estado crítico, está no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, a receber tratamento hospitalar. Os outros dois estão ao cuidado do Hospital das Forças Armadas, local que o ministro da Defesa, José Alberto Azeredo Gomes, e o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, foram visitar esta sexta-feira à tarde. Em declarações à comunicação social, segundo dá conta o Correio da Manhã, Marcelo disse que os militares “estão a recuperar bem”, acrescentando que um deles até estava sentado e a falar com os familiares.

Morte de Hugo Abreu a ser investigada

O jovem militar madeirense, Hugo Abreu, de apenas 20 anos, morreu depois de se ter sentido mal no decorrer de um treino do curso de Comandos, no passado domingo, 4 de Setembro, na região de Alcochete, distrito de Setúbal. A causa da morte, segundo informou uma nota enviada pelo Exército português, foi um “golpe de calor” que acabou por ter um desfecho trágico. Entretanto, o curso foi suspenso e foi aberto um inquérito à morte do militar. #País #Militares #Justiça