Esta sexta-feira (30 de setembro) de manhã, em Lisboa, aproximadamente pelas 10.00 horas, na ponte Vasco da Gama, o condutor de uma viatura desobedeceu a uma ordem de paragem dada pela Guarda Nacional Republicana (GNR), durante uma ação de fiscalização rodoviária de rotina em Alcochete. Logo de seguida pôs-se em fuga, ao que a autoridade respondeu com uma perseguição. Juntamente com o condutor viajavam ainda mais dois indivíduos do sexo masculino, todos com idades compreendidas entre os 20 e os 35 anos, e de etnia cigana.

A perseguição policial

A perseguição teve início em Lisboa e terminou no Porto Alto, no concelho de Benavente, distrito de Santarém, após um despiste da viatura em fuga. Um dos suspeitos saiu da viatura disparando contra os militares da GNR, ferindo mesmo um deles. Porém, o suspeito foi igualmente baleado logo após ter ferido o militar, e acabou mesmo por falecer. Os outros dois suspeitos ainda tentaram fugir. Mas um deles, ao aperceber-se de tanto aparato policial, acabou por se entregar; o outro optou por barricar-se num café, perto de um hipermercado da localidade ribatejana.

Imediatamente a zona foi evacuada e delimitada pelo Grupo de Operações Especiais da #Unidade de Intervenção da GNR. O suspeito encontrava-se sozinho no estabelecimento em questão e as autoridades estudavam ainda a possibilidade do suspeito, eventualmente, não estar armado. Acabou mesmo por ser capturado pelas 12.50 horas.

Militar ferido encontra-se estável

O militar da GNR atingido foi posteriormente transportado ao hospital de Santarém, onde foi tratado, encontrando-se neste momento estável. O militar terá sido atingido com três tiros, dois numa perna e um num braço. Um outro militar da GNR, que o acompanhava na patrulha, teve que receber apoio psicológico de uma equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) presente no local.

As autoridades investigam agora se todos os suspeitos estariam armados ou se o suspeito que disparou seria o único.

Opiniões divergem sobre motivos da fuga dos suspeitos

No Porto Alto, alguns populares afirmaram que o grupo teria participado num assalto; todavia, segundo elementos da família, os homens não pararam porque não tinham carta de condução. Também várias mulheres tentaram romper o perímetro de segurança criado pelas forças policiais, para tentarem saber a identidade do homem que teria morrido. #Polícia