O pequeno Lourenço já é considerado um “bebé-milagre”. A mãe, uma bombeira de 32 anos da corporação de Vidago (Chaves), só soube que estava grávida nove dias antes do parto. A mulher viveu sempre com um diagnóstico que lhe tirou as esperanças de conseguir engravidar. O bebé nasceu de parto natural, está bem de saúde e dá sinais de ser um bebé calminho, como foi a gravidez da mãe.

A história de Liliana Teixeira, de 32 anos, é contada pelo Jornal de Notícias e está a emocionar o país. A bombeira voluntária de Vidago afirma que deu à luz um “bebé-milagre”. O certo é que Lourenço, nasceu de 35 semanas de gestação, com 50 centímetros e 3,350 quilos, apesar de a mãe só ter vivido poucos dias de gravidez. Mas mesmo assim, o tempo suficiente para que Liliana e o companheiro tivessem preparado tudo para receber o pequeno Lourenço, com a ajuda de familiares e amigos.

Na adolescência, Liliana Teixeira recebeu a notícia de que seria muito difícil vir um dia a engravidar de forma natural. Foi-lhe diagnosticado um problema de saúde - síndrome do ovário poliquístico - com os médicos a afastar a possibilidade de um dia engravidar, mesmo com tratamentos. Mas assim não aconteceu. No passado dia 11 de Outubro, Liliana Teixeira ficou em choque quando soube que estava grávida. Uma dor entre o cóccix e a virilha direita levou-a a recorrer ao médico de família que, pensando tratar-se de um quisto no ovário, requereu exames complementares de diagnóstico. Ao realizar uma ecografia, a bombeira recebeu a notícia que estava grávida.

Lourenço viria a nascer às 1:15 horas da madrugada do dia 20 de Outubro, nove dias depois de a mãe saber que estava grávida. Ao Jornal de Notícias, Liliana confessa que nunca teve um “único sintoma” que as mulheres grávidas dizem sentir. Manteve o seu peso e o peito não teve alterações, apenas registou um pequeno alargamento da região abdominal. Nos últimos meses fez a sua vida normal enquanto bombeira, quer no apoio administrativo como nos serviços de emergência que prestou. Agora é uma mulher ainda mais feliz e, apesar de não ter vivido a experiência da gravidez, quer desfrutar de ser mãe. #Casos Médicos #Bombeiros