Uma criança de 2 anos está desaparecido, desde as 9 horas desta segunda-feira, 24 de Outubro, na freguesia de Urqueira, concelho de Ourém. O alerta foi dado pela avó materna, quando a criança estava a brincar no exterior da casa. Os pais do menino estão separados, tendo a guarda do menino sido atribuída à mãe na passada sexta-feira. Militares da Guarda Nacional Republicana e inspectores da Polícia Judiciária têm estado todo o dia na pequena aldeia de Amieira a investigar o caso.

O pequeno Martim terá desaparecido por cerca das 9 horas desta segunda-feira, da casa dos avós maternos, com quem vive. O menino estaria a brincar no exterior da casa, tendo a avó ido dentro de casa por breves instantes. Quando regressou à rua deparou-se com o #Desaparecimento do neto. Apesar de ter chamado por ele e de o ter procurado nas redondezas, a mulher acabou por dar o alerta à filha, mãe da criança, e às autoridades.

A Guarda Nacional Republicana enviou, de imediato, operacionais para o local, para efectuarem buscas na região, com auxílio do Grupo de Intervenção Cinotécnico, constituído por binómios homens-cães. Também a Polícia Judiciária iniciou a investigação, tendo interrogado a avó e a mãe da criança.

A imprensa anuncia que os pais da criança estão envolvidos num processo de separação, tendo a custódia do menino sido entregue, na passada sexta-feira à mãe, Sandrina Silva. Um processo que não terá originado qualquer conflito, tendo a advogada da mulher, Sónia Frias, afirmado à TVI, que o pai da criança aceitou a decisão, apesar não de não ter concordado com os termos do acordo. Tudo indica que o homem terá regressado, no sábado, para França, onde reside e trabalha. Um facto que já terá sido confirmado pela Polícia Judiciária.

O desaparecimento do pequeno Martim deixou consternada a população da pequena aldeia de Amieira, na freguesia de Urqueira, cujos moradores conheciam bem o menino. A Polícia Judiciária, que confirma a investigação em curso, não avança com outras informações, deixando todas as hipóteses em aberto, como um alegado rapto. Por outro lado, os militares da GNR insistem em buscas na zona, caracterizada por terrenos agrícolas e de mancha florestal.