Já é conhecido o principal suspeito das mortes que ocorreram hoje (11 de Outubro) na Guarda. Recorde-se que hoje de manhã foi emitido um alerta de tentativa de assalto em Aguiar da Beira. Dois patrulheiros da Guarda Nacional Republicana (#GNR) foram alvejados durante uma ronda habitual, tendo um acabado por morrer. Outro militar encontra-se ainda em estado grave. Um pouco mais tarde foram ainda encontradas outras duas vítimas, sendo que uma delas acabaria também por falecer.

Pouco passava das 7 horas da manhã quando foi dado o alerta. Sabe-se que um dos militares da GNR foi morto a tiro, sendo que o seu corpo foi encontrado dentro da bagageira do carro de patrulha.

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Os suspeitos, que se presumia serem três, colocaram-se em fuga.

Durante a tarde desta terça-feira, algumas informações deram conta de que um dos presumíveis assaltantes estaria em São Pedro do Sul, Viseu, uma vez que reside em Arouca.

Segundo as informações mais recentes, divulgadas pelo Jornal de Notícias, “os suspeitos de assassinar, esta manhã, um GNR e ferir outros dois, após um assalto em Aguiar da Beira, estão cercados pelas autoridades no lugar de Candal, na zona de Manhouce, São Pedro do Sul". Ainda de acordo com este jornal, a identidade de um dos suspeitos é já conhecida. Pedro Dias será um dos indivíduos envolvidos e já estaria referenciado pelas autoridades.

Neste momento está montado um verdadeiro cerco policial, em que estão também presentes elementos do Grupo de Intervenção e Operações Especiais da GNR.

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Também o Diário de Notícias avança com a informação de que um dos indivíduos já foi detido, na zona da Guarda, numa operação em que terá chegado a haver uma troca de tiros.

Ao contrário do que inicialmente havia sido noticiado, os dois militares da GNR não foram chamados ao local. Informações mais recentes revelam que, enquanto procediam à sua ronda habitual, foram surpreendidos pelos assaltantes.

Segundo o major Pedro Gonçalves, “os militares não tiveram tempo de pedir ajuda, o que nos leva a pensar que foram surpreendidos. A GNR teve conhecimento que algo se estava a passar por volta das 5h00, 6h00 da manhã, mas a situação ocorreu antes disso: os nossos militares não utilizaram o nosso armamento”, escreve o Diário de Notícias. #Crime #Polícia