Foram necessários dois anos para que o Ministério Público (MP) avançasse finalmente com uma acusação contra os cinco jovens franceses que agrediram os profissionais da Guarda Nacional Republicana (GNR). A situação remonta a Agosto de 2015, quando vários #desacatos foram cometidos por um grupo de nacionalidade francesa na avenida D.Henrique, em Albufeira, Algarve, contra alguns agentes de autoridade.

Como aconteceram as agressões aos militares da GNR

Quando a GNR, na altura, os abordou, eles reagiram de forma violenta contra os mesmos. E foi no momento em que os militares procuravam identificar os suspeitos, que um deles ofendeu um dos agentes de autoridade, tendo de seguida empurrado e pontapeado o joelho de um dos guardas e colocado-se em fuga prontamente.

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Militares da GNR agredidos precisaram de tratamento médico

Os militares da GNR presentes acabaram todos por serem agredidos e três deles tiveram mesmo necessidade de tratamento médico, pelo que tiveram que ser transportados ao Centro de saúde de Albufeira. Os outros dois, apesar de também apresentarem queixas, não necessitaram de maiores cuidados.

Os agressores tinham entre 22 a 23 anos e acabaram mesmo por ser detidos. Um dos #militares da gnr agredido esteve de baixa de 3 meses e outro aproximadamente 9 meses.

Hugo Ernano, foi um dos militares da GNR agredido

Um dos guardas agredido foi Hugo Ernano, o GNR que em 2008, durante uma perseguição policial, atingiu mortalmente um menor de 13 anos de forma acidental. Menor esse que tinha sido levado pelo próprio pai para um assalto, e que depois foi transportado no interior de uma viatura em fuga das autoridades, conduzida pelo seu progenitor.

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A acusação do Ministério Público

Passados agora dois anos da situação de agressão em Albufeira, o Ministério Público (MP) formaliza a acusação contra os cinco jovens franceses que agrediram os militares da GNR. Os agressores Arriscam agora uma pena de cinco anos de prisão, sendo que o MP ainda pede uma indemnização a favor dos guardas, no valor de 21.403 euros.

Em risco a segurança das próprias forças de segurança

António Barreira, um dos representantes da Associação dos Profissionais da Guarda (APG), afirmou que uma agressão a um agente de autoridade é também uma agressão ao estado em si, e pede ao executivo que nos governa medidas capazes de fazerem parar estas agressões sucessivas aos profissionais das Forças de Segurança.

Poderemos ainda dizer, que não é apenas a segurança de todos os agentes de autoridade que fica em risco, mas sim a segurança de todos nós. #Violência