Se as #Eleições legislativas fossem hoje, o Partido Socialista (PS) era o vencedor. É o que diz a sondagem realizada pela Eurosondagem para o Expresso e a SIC, divulgada esta sexta-feira. No entanto, os partidos da maioria (PSD e CDS-PP) são os únicos que registam uma subida nas intenções de voto, ainda que somados não cheguem para superar a votação dos socialistas. A sondagem dá conta ainda do índice de popularidade dos vários agentes políticos portugueses.

De acordo com a projeção da Eurosondagem, o PS reúne 37,9% das intenções de votos, mais 0,4% em comparação com a última sondagem realizada (meados de dezembro). Segue-se o PSD, com 26,9% dos votos, que representam uma subida de 1,7%.

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No terceiro posto surge o Partido Comunista Português (9,3%), o único partido que apresenta uma variação negativa desde a publicação da última projeção (-0,8%). Os centristas, atuais parceiros de coligação dos sociais-democratas, aparecem no quarto posto, com 7,9%, após uma subida de 0,6 pontos percentuais. O Bloco de Esquerda apresenta 3,5% (+0,2%), ao passo que o Partido Democrático Republicano, de Marinho e Pinto, reúne 2,5% (+0,3%) e o Livre, de Rui Tavares, agrega 2% dos votos (+0,3%). Por fim, contabilizam-se cerca de 20.9% de indivíduos que se abstêm, tendo respondido "Não sabe/Não responde".

No que diz respeito à popularidade das figuras políticas, Pedro Passos Coelho é o político que mais sobe neste parâmetro (3,6 pontos), ainda que se mantenha em terreno negativo (-10,1). António Costa recebe uma nota de 11,1, Paulo Portas é cotado com 7,7, Jerónimo de Sousa regista uma pontuação de 4,8 e Catarina Martins de -6,7.

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Além de Passos Coelho e da líder bloquista, também Cavaco Silva (-0,8), Juízes (-7,3), Ministério Publico (-9,8), Assembleia da República (-10,3) e #Governo (-26,2) apresentam avaliações negativas. As eleições legislativas acontecem em setembro ou outubro de 2015.

Este estudo de opinião foi realizado entre os dias 8 e 14 de Janeiro de 2015, através de entrevistas telefónicas aleatórias (1010 validadas), nas regiões Norte, Área Metropolitana do Porto, Centro, Área Metropolitana de Lisboa e Sul. O erro máximo da amostra é pouco superior a 3% (3,08%).