Paulo Freitas do Amaral é militante no CDS-PP e em 2009 tomou o comando da Junta de Freguesia da Cruz Quebrada-Dafundo, em Oeiras. Anunciou que vai ser candidato a Presidente da República e que já conseguiu angariar metade das assinaturas necessárias para apresentar a candidatura. O autarca revelou as suas intenções à Agência Lusa, e, com 36 anos, é o mais jovem a entrar na corrida a Belém, afirmando que, por isso mesmo, esta campanha irá ser dirigida, pensada e dedicada aos jovens portugueses.

Apesar de ser filiado no partido de Paulo Portas, Paulo Freitas do Amaral revela ainda que a sua candidatura a Belém é independente e que não conta com o apoio do partido.

Publicidade
Publicidade

As #Eleições para eleger o sucessor de Cavaco Silva decorrem em 2016 e a corrida a Belém ganha cada vez mais concorrentes. Assim, Paulo Freitas do Amaral vem juntar-se a Henrique Neto, Paulo Morais e António Sampaio da Nóvoa. Contudo, os nomes mais prováveis ainda não avançaram e falamos de Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Santana Lopes e António Vitorino. Guterres fica de fora da lista, já que, em declarações à Euronews, revelou que está indisponível para ser Presidente da República.

A lista de candidatos para o cargo de Presidente da República pode mesmo vir a ser, como já apontaram alguns comentadores e analistas, uma das maiores de sempre, dado o número de candidatos que estão a surgir. De recordar que, dos nomes até agora avançados, nenhum dos partidos com assento na Assembleia da República revelou ainda intenções de apoio.

Publicidade

Henrique Neto foi o primeiro a apresentar-se e é conhecido pela vida empresarial de sucesso. Já Sampaio da Nóvoa, que revelou em entrevista que pode ser candidato a Belém, é ex-reitor da Universidade de Lisboa e próximo do Partido Socialista, contudo, não se sabe se tem ou não o apoio do partido. No que diz respeito a Paulo Morais, antigo vice-presidente de Rui Rio, na Câmara Municipal do Porto, avança para Belém, oficialmente, a 18 de abril, como independente.

Os candidatos a Belém pretendem cortar com a atual presidência de Cavaco Silva, e este ponto parece ser o único em comum entre eles. Consideram que o Presidente da República deve ter um papel mais interventivo na sociedade, deve apoiar os portugueses e desligar-se das questões partidárias.