#António Costa promete aliviar a carga fiscal do IRS. Em entrevista à TVI, o candidato socialista a primeiro-ministro referiu que esta medida irá somar-se àquelas que constam do documento "Uma década para Portugal". O líder do PS assegurou que o programa do seu partido para o #Governo inclui alterações aos escalões do IRS. Também o quociente familiar introduzido pelo actual Executivo poderá ser modificado caso o principal partido da oposição seja eleito para o Governo.

Numa grande entrevista à estação de Queluz de Baixo, esta quarta-feira, António Costa prometeu que o programa eleitoral socialista prevê diminuir a carga fiscal sobre o trabalho e reduzir o actual quociente familiar.

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O candidato às Legislativas deste ano pretende igualmente modificar os escalões do IRS (revertê-los para o que eram antes de Vítor Gaspar), aumentando assim a "progressividade" do imposto. Estas promessas juntam-se à da eliminação da sobretaxa do IRS.

O tema José Sócrates não faltou à conversa. António Costa acredita na separação de poderes entre justiça e política. Recorde-se que o ex-primeiro ministro está preso preventivamente desde Novembro de 2014, suspeito de vários crimes fiscais.

Parar privatização da TAP

A TAP foi outro dos assuntos em cima da mesa. O secretário-geral do PS não quer que o Governo liderado por Pedro Passos Coelho tome alguma decisão que se venha a revelar irreversível depois das Legislativas deste ano. O principal partido da oposição promete também impedir a privatização da transportadora aérea nacional caso seja eleito para o Governo.

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Apesar das opiniões distintas do actual Executivo, Costa não concorda com a greve dos pilotos da TAP, em curso até domingo, classificando-a de "injustificada e desproporcionada".

António Costa elogia Sampaio da Nóvoa, mas não confirma apoio

As #Eleições presidenciais de 2016 vieram igualmente à conversa. Apesar de António Costa se ter recusado a confirmar, ou negar, o apoio a Sampaio da Nóvoa, o responsável classificou o candidato presidencial como "muito próximo do PS", tendo por ele "uma grande estima". Recorde-se que o líder socialista se tem sempre recusado a falar sobre o assunto Presidenciais, remetendo uma decisão sobre quem apoia para um momento adequado.