“Julgo que se impõe uma mudança de protagonistas e de políticas e eu particularmente estou muito expectante com esta viragem. De um momento para o outro o véu caiu e a arrogância com que formos governados, com uma total inviabilização de diálogo com as pessoas e as restantes forças partidárias, está a quebrar-se. Sinal que não era uma inevitabilidade, poder-se-ia ter quebrado antes se os actores políticos que lideravam o processo tivessem agido de outro modo ao nível da concertação social. Não aconteceu e, portanto, o momento é de viragem. Há que não ter medo do desconhecido nem da incerteza se o risco for devidamente acautelado, como parece que está a acontecer, por isso eu estou confiante!” (Elza Pais)

“Temos todas as razões para acreditar em Portugal: um país de acolhimento fraterno, diverso e vencedor. Portugal é hoje um país com recursos humanos muito qualificados, com excelentes instituições públicas e privadas que constituem referência internacional, e que saberá criar as sinergias necessárias para o aproveitamento pleno das suas capacidades para competir num mundo global”. (Helena Freitas)

Mensagem para as deputadas

“Conto com um Portugal que sinta esta esperança. Com uma legislatura que adopte o discurso humanista e menos o discurso económico. Que olhe, de facto, para as pessoas. Que as veja como humanidade e não como um desenho a régua e esquadro. Conto com um país menos austero. Um país que coloque a dignidade em primeiro lugar e que tenha a educação e o emprego como objectivos primeiros. Conto com uma legislatura que não abandone os mais velhos e que incentive os mais jovens a ficarem no país. Um país que saberá aproveitar a ideia de Europa para promover os valores fundamentais que nos unem: liberdade, igualdade e fraternidade”. (Liliana Rodrigues)

“Força, determinação, convicção, sem medo de afirmar os seus pontos de vista e preparadas para resistir aos ataques mais soezes”. (Ana Gomes)

“Defender os #Direitos dos portugueses é, sobretudo, lutar pelo desenvolvimento soberano do país e pelos direitos sociais, económicos, políticos e culturais consagrados na nossa Constituição. Apoiar a igualdade entre homens e mulheres, mais do que proferir discursos emocionados sobre a mesma, é garantir materialmente as condições para que esta se possa efectivar na prática”. (Inês Zuber)

“A mulher pensa mais “em rede” em contraposição com um pensamento masculino tradicional mais hierarquizado. Este modo de pensar mais tipicamente feminino, envolvendo um grande número de variáveis, estabelecendo as melhores ligações entre todas, favorece não só uma maior abrangência dos aspectos importantes que constituem os temas em discussão, como também uma maior capacidade de construir consensos. Simultaneamente, a dimensão mais emotiva tradicionalmente associada à mulher poderá trazer um sentido mais humano ao calculismo da política e, por esta via, uma maior proximidade com os cidadãos.

Neste contexto, gostaria que as mulheres hoje na vida política fizessem valer as suas especificidades e mais-valias e não de tentarem simplesmente seguir a corrente dominante e homogeneizante. Só assim poderão fazer a diferença, levando a diversidade ao Parlamento e enriquecendo-o”. (Maria Patrão Neves) #Eleições