Mais de 6 mil pessoas visitaram, no passado sábado, 12 de Março, o Palácio de Belém, quatro dias depois da tomada de posse do Presidente da República. #Marcelo Rebelo de Sousa fez questão passar o dia no Palácio onde recebeu todos os visitantes. As pessoas tiveram oportunidade de visitar não só os jardins, mas também as salas protocolares, assim como outras zonas que habitualmente são vedadas ao público.

Marcelo Rebelo de Sousa tem sido considerado um Presidente de afectos. As pessoas têm-lhe manifestado carinho e esperança, pelo que já era esperado que aquele dia fosse de multidão. E assim foi. Aproveitando um dia de sol, foram mais de 6 mil aqueles que se deslocaram ao Palácio de Belém, segundo revela a Presidência da República.

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Quando o Presidente chegou, cerca das 11 horas, já tinha centenas de pessoas a visitar aquele que vai ser o seu local de trabalho nos próximos cinco anos. E muitas outras no exterior, em fila, para entrar.

Depois de ter assistido ao Render Solene da Guarda ao Palácio de Belém e de lhe terem sido prestadas as honras militares, o carismático Presidente recebeu os cidadãos com efusivos cumprimentos. Ao longo do dia, os presentes tiveram oportunidade de assistir a concertos protagonizados pelas bandas da Armada, do Exército e da Força Aérea. O Chefe de Estado não se poupou a desdobrar-se em cumprimentos, falar com as pessoas, posar para fotografias e até para brincar com os mais novos.

Em declarações aos jornalistas, Marcelo Rebelo de Sousa considerou “fundamental” que os cidadãos portugueses se sintam próximos do poder político, designadamente dos “símbolos da pátria”, como é o caso da bandeira, o hino, o Presidente da República e o Palácio Nacional de Belém.

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Mas também num ambiente de convívio e de confraternização, uns com os outros. Aliás, é aquela proximidade com os portugueses que o novo Presidente da República quer cultivar, com a periodicidade possível. Por outro lado, Marcelo Rebelo de Sousa considera que o Palácio é o local “onde se exerce o poder”. Daí que ao poder ser visitado, as pessoas sentem-se “mais próximas do exercício do poder”.