Um sargento-ajudante do Exército, residente em Coimbra, está acusado por agressão a agentes da #Polícia de Segurança Pública. O caso insólito aconteceu na madrugada desta quarta-feira, 2 de Setembro, quando dois agentes da PSP se terão apercebido que o sargento, de 45 anos, circulava de automóvel na Póvoa de Varzim, distrito do Porto, visivelmente alcoolizado. Os agentes mandaram-o parar e ordenaram o teste de álcool, que terá mostrado valores superiores a 1,0 g/l de álcool no sangue, segundo informações do Correio da Manhã. Encaminhado para a esquadra, onde realizou novo teste, o homem terá tentado estrangular um dos polícias e atacar o outro, com murros e pontapés. 

O sargento terá justificado a sua presença na cidade da Póvoa de Varzim, por estar a realizar uma formação no quartel local. Assim que foi mandado parar, identificou-se imediatamente como sargento, numa tentativa de os dissuadir do efeito ao qual se propunham, quando o mandaram parar. Depois de soprar ao balão, ainda acedeu a deslocar-se à esquadra e foi aí que decorreram as agressões. 

O sargento-ajudante ainda tentou convencer os polícias a deixarem passar em branco este episódio, mas ao perceber que não estava a conseguir coagir os agentes, foi aí que o sargento terá perdido a cabeça. Primeiro, apertou o pescoço ao polícia que estava mais próximo, com as duas mãos, e perante a intervenção do colega, agrediu-o também com murros e pontapés. Os dois polícias sofreram vários ferimentos e foram obrigados a deslocar-se ao serviço de Urgências do Hospital da Póvoa de Varzim. Depois de serem curados, tiveram alta hospitalar mas neste momento estão de baixa médica. 

Também o sargento saiu com alguns ferimentos, enquanto os polícias o tentavam travar, mas recusou-se a deslocar-se ao Hospital, negando quaisquer cuidados médicos para o efeito, como reporta o Correio da Manhã

O homem já foi presente a tribunal, nesta quarta-feira, mas desconhecem-se ainda quais as medidas de coacção a que ficará sujeito. O sargento terá que responder pela taxa de álcool acusada, no acto da condução, e ainda pela agressão aos agentes da polícia.