Um homem de 31 anos de idade foi agredido com uma faca e um machado na cabeça e no tronco até à morte no passado dia 4 de Outubro, em Aguiar de Sousa (Paredes). Depois, a vítima foi amarrada e atirada de uma ponte ao rio Sousa, tendo o cadáver sido encontrado alguns dias depois. A Polícia Judiciária concluiu a investigação e deteve como suspeitos a ex-companheira da vítima, o pai e o actual companheiro dela. Trata-se de uma empregada fabril de 27 anos de idade, de um montador de isolamentos de 53 anos e de um engenheiro mecânico de 38.

A detenção ocorreu na madrugada desta sexta-feira, 30 de Outubro, após uma investigação desenvolvida pela Directoria do Norte da Polícia Judiciária. Num comunicado enviado à imprensa, a polícia criminal refere que os suspeitos estão fortemente indiciados pela prática, em co-autoria, dos crimes de homicídio qualificado e de ocultação de cadáver. O caso foi despoletado depois de o corpo com múltiplas lesões ter sido encontrado por uma popular no rio Sousa.

Segundo a Polícia Judiciária, o caso remonta à madrugada do passado dia 4 de Outubro, quando o homem se deslocou à residência da sua ex-companheira com a intenção de conversar com ela. No entanto, na habitação encontravam-se o pai da jovem e o seu actual companheiro, o que desencadeou um cenário de discussão. Os indícios recolhidos pelos peritos e investigadores levaram a crer que a vítima terá sido agredida por aqueles três suspeitos “com uma faca e um machado na cabeça e no tronco” provocando-lhe ferimentos que lhe causaram a morte.

Depois, os suspeitos terão amarrado e amordaçado com fita adesiva o corpo do homem, transportando-o até junto de uma ponte, de onde o atiraram para o rio. O cadáver viria a ser encontrado no dia 8 de Outubro a boiar no rio por uma mulher, residente nas redondezas do local onde aconteceu o achado macabro. Naquele mesmo dia a Guarda Nacional Republicana comunicou a ocorrência à Polícia Judiciária que iniciou, de imediato, um processo de investigação que culminou nesta sexta-feira, 30 de Outubro. #Justiça #Crime