A #Polícia Judiciária está convicta que a morte do jovem estudante universitário do Porto que ocorreu na madrugada desta sexta-feira, 1 de Abril, se deveu a uma queda involuntária. Pelo menos é a conclusão preliminar dos investigadores perante os indícios recolhidos durante o dia. No entanto, ainda falta conhecer os resultados da autópsia que poderão alterar ou confirmar aquela tese. Joel Rafael tinha 20 anos, era natural de Baião e estudava no Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto.

Eram cerca das 5:30 horas quando o jovem estudante universitário apareceu ferido na via pública, próximo do pólo universitário da Asprela, no Porto.

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Apesar de ter sido socorrido por elementos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), a vítima viria a morrer no Hospital de São João. As primeiras notícias davam conta que o jovem teria sido vítima de violentas agressões por um grupo de estudantes universitários. Contudo, na tarde da mesma sexta-feira, a agência Lusa noticiava, citando fonte da Polícia Judiciária, que a causa da morte poderá ter sido uma “queda involuntária”. No entanto, acrescentava que as autoridades prosseguiam com a respectiva investigação.

Os primeiros depoimentos recolhidos, bem como as imagens captadas por câmaras de videovigilância da zona, levaram os investigadores a concluir que terá havido uma desavença entre universitários, durante a qual uma colega que estava com Joel Rafael o terá separado das agressões, fazendo com que aquele tenha caído no chão, não voltando a levantar-se.

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Indícios que fizeram com que a Polícia Judiciária descarte, para já, outras hipóteses, nomeadamente eventuais relacionamentos com praxes académicas.

Aquele fatídico acidente provocou uma onda de dor e de luto, e também de perplexidade, entre a comunidade universitária do Porto. O presidente da Federação Académica do Porto lamentou à agência Lusa a morte do jovem estudante. Também o Instituto Politécnico do Porto e o Instituto Superior de Contabilidade e Administração, onde o jovem era aluno, expressaram “a dor e a perplexidade” perante o trágico acontecimento. A instituição de ensino garantiu estar a colaborar com as autoridades no sentido de perceber em que circunstâncias terá ocorrido aquela morte.