A profissão dos pais, cientistas de investigação da Universidade de Manchester, é tentar encontrar soluções para o tratamento do cancro. Mas terá sido a filha, de apenas oito anos de idade, a sugerir algo que poderá mudar a forma como todos os cientistas no mundo encaram a cura para uma das doenças mais mortais do século XXI. Tudo se passou num normal e rotineiro jantar de família em que Michael Lisanti e Federica Sotgia decidiram perguntar, por curiosidade e divertimento, qual seria a solução e a sugestão que a sua filha daria para curar a doença. A resposta foi rápida: "curava como se trata as dores de garganta, com antibióticos", sugeriu a pequena Camilla.

A sugestão não foi levada muito a sério pelos pais, que acharam que não seria uma ideia minimamente viável. Contudo, o casal de cientistas resolveu dar uma oportunidade à proposta, testando-a no seu laboratório. Os dois, que tem como função pesquisar um tratamento específico para a doença oncológica, ficaram completamente surpreendidos com os resultados obtidos e altamente positivos. Mesmo com antibióticos baratos e disponíveis ao grande público, em qualquer farmácia local, estes destruíam com eficácia e rapidez células cancerígenas, dos tumores mais vulgares no ser humano, tais como: pulmões, cérebro, próstata e mama.

Segundo várias publicações britânicas, os investigadores concluíram que muitos fármacos são altamente eficazes na eliminação das células cancerígenas, pois impedem as células de produzirem mitocôndrias, que têm como função todo o processo de respiração celular. Um dos antibióticos que melhor resultados teve foi um direccionado para o tratamento do acne, sendo mesmo considerado promissor para futuras investigações.

Uma sugestão descomprometida, de uma menina de 8 anos, poderá muito bem revolucionar e mostrar um lado importante para um avanço eficaz no tratamento do cancro, algo naturalmente desejado por toda a população mundial. Se os antibióticos eliminam as mitocôndrias eficazmente, a solução estará muito próxima. "Este acontecimento demonstra que por vezes as soluções para os grandes problemas estão mesmo à frente dos nossos olhos.", afirmam entusiasticamente várias associações que apoiam as vitimas da doença.