Depois de já termos visto as origens do Reiki, e como esta terapia promove a auto-cura no próprio ser humano, também observamos como serve de complemento para outras terapias. O seu objectivo é sempre o equilíbrio energético do ser humano, sendo por isso uma formidável arma contra o stress, uma das constantes causas de doença das sociedades modernizadas. Agora vamos observar como o Reiki pode também ser usado nos animais. Comecemos por observar as semelhanças que existe na terapia entre os animais e os seres humanos.

Tal como nos seres humanos, a terapia Reiki nos animais deve ser usada como complemento e nunca deverá dispensar, em caso de qualquer problema de saúde, a consulta e/ou tratamentos dos profissionais especializados. Terá de ser sempre o profissional de saúde a fazer o diagnóstico, embora o terapeuta de Reiki possa contribuir (e muito) na promoção do bem-estar e nos desequilíbrios que possam existir nos centros energéticos (chakras) por onde a energia flui, se concentra e distribui para o resto do corpo e para os principais órgãos.

O terapeuta encontrará algumas diferenças no tratamento a animais, sendo, no entanto, semelhante quando se trata de crianças pequenas. A maior parte dos animais, assim como as crianças, não tem a paciência para aguentar o tempo de uma sessão normal, podendo ficar irrequietos. Por outro lado, têm uma maior facilidade para absorver energia, podendo até rejeitá-la quando sentem que já não precisam, tornando-se agitados e afastando-se. Os efeitos nos animais são iguais aos efeitos nos seres humanos, trabalhando tanto o plano físico, como o emocional, o espiritual e o mental. Mais concretamente ajuda tanto a aumentar a vitalidade, como a recuperar emocionalmente animais traumatizados.

Embora todos os animais tenham chakras, tal como o ser humano, aquele que é o mais sensível à energia Reiki (e a qualquer energia subtil) é sem dúvida o gato. Normalmente, as reacções do gato ao Reiki são as mais curiosas de observar. Algumas reacções comuns passam por relaxarem profundamente quando lhe estão a fazer Reiki até a aproximar-se do terapeuta que está a fazer o tratamento a outra pessoa ou animal para usufruir da energia. Essa sensibilidade dos gatos é bem conhecida e não é por acaso que são considerados como um sensor de Feng Shui. Uma boa técnica para decidir onde colocar a cama numa divisão vazia passa por deixar o gato entrar no quarto e deixá-lo sentar-se ou deitar- se num local. Esse sítio escolhido será o ideal para colocar a cama.

Os cães, assim como os coelhos, também são receptivos ao Reiki, procurando a energia quando precisam e sendo capaz de apreciar as diferenças após o tratamento. Para os terapeutas de Reiki não será incomum fazer festas a um animal e sentir imediatamente as suas mãos a aquecer, sem sequer fazer os símbolos de Reiki para iniciar o tratamento. Apenas deverá deixar fluir até que o animal se mostre satisfeito ou as mãos começarem a arrefecer. O Reiki é uma ferramenta tão importante na vida dos seres humanos como na dos animais. #Vida Saudável