Este ano, o concelho de Palmela volta a apostar na "Hora do Planeta" como forma de consolidar e intensificar a constante defesa do #Ambiente que tem vindo a desenvolver. Empenhado em implementar medidas de eficiência que consigam triunfar, o município palmelense adere uma vez mais a esta iniciativa mundial, que tem como organização base a World Wildlife Foundation. Consequentemente, no próximo sábado, dia 28 de março, entre as 20h30 e as 21h30, Palmela desligará todas as luzes interiores e exteriores das edificações e dos pontos mais representativos da região.

Ao longo desta hora, locais como o Castelo de Palmela, os Paços do Concelho, o Cineteatro S. João e o Largo do Pelourinho estarão às escuras, convidando toda a comunidade a participar nesta ação e a desligar igualmente as luzes nas suas habitações e noutros imóveis durante este intervalo de tempo.

Tentando constantemente motivar a sua comunidade, ao longo dos últimos anos Palmela tem também vindo a implementar e a exercer medidas de eficiência energética noutros campos de ação. Desde dos edifícios e equipamentos municipais, aos transportes e à iluminação pública, esta comunidade sofre constantes movimentos de sensibilização ambiental, como medidas de consciencialização geral. Neste momento, a autarquia palmelense encontra-se também focada no Pacto dos Autarcas, que poderá vir a refletir uma redução das emissões de carbono do concelho em mais de 20% até 2020.

De referir que a "Hora do Planeta" já vai na sua nona edição, reunindo e contando com a participação de mais de 150 países, bem como de organizações internacionais. Mantendo o seu objetivo inicial, esta ação, de apenas uma hora, consegue prevenir a população mundial face aos perigos das alterações climáticas que todos os dias aumentam, dando ainda a conhecer alternativas de preservação e salvaguarda do meio ambiente.

Esta iniciativa, que contou com a sua abertura em Sidney em 2007, reuniu mais de dois milhões de pessoas e mais de duas mil empresas na sua primeira edição. Portugal aderiu ao maior evento mundial de ação ambiental dois anos mais tarde, em 2009.