A última semana destacou um ponto bastante positivo para o concelho de Santiago de Cacém no que diz respeito à segurança da sua população. No dia 16 de março, o Concelho Municipal de Segurança desta região deu a conhecer os índices provisórios de criminalidade de 2014, que comparados aos do ano anterior revelaram uma acentuada diminuição da taxa de criminalidade no concelho. Nessa segunda-feira, a sala de sessões na sede do município, que serviu de palco à agregação do Concelho Municipal de Segurança, contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, da Presidente da Assembleia Municipal, Paula Lopes, e do Vereador da Proteção Civil, Albano Pereira, que se mostraram bastante satisfeitos com estes resultados, embora os queiram ver melhorados.

Na opinião do presidente da autarquia santiaguense, esta reunião revelou-se essencial e imperativa, oferecendo a todos os moradores desta região uma oportunidade para entender e analisar o nível de segurança atual do seu concelho. Neste âmbito, o autarca sublinhou como estes indicadores provisórios espelham uma redução em quase todas as vertentes de #Crime, não esquecendo, no entanto, alguns cenários que continuam a ser objeto de grande preocupação.

Consequentemente, compreendendo que de uma forma geral os crimes contra o património decresceram bastante, Álvaro Beijinha destacou outras temáticas que continuam na ordem do dia e que até ao momento ainda não conseguiram ser resolvidas na sua totalidade. Neste âmbito, o presidente deu especial enfoque às obras inacabadas na A26, realçando o facto de esta construção estar em pausa há bastante tempo. O autarca revelou estar apreensivo face ao nível de insegurança rodoviária que esta estrada alcançou nos últimos meses, fazendo prova deste facto a morte recente ocorrida no local.

Ainda em debate no Concelho Municipal de Segurança santiaguense esteve a questão dos postos da Guarda Nacional Republicana de Alvalade e Ermidas, relativamente à redução dos horários de atendimento ao público. Álvaro Beijinha continua a opor-se a esta situação.