O hospital Garcia de Orta, em Almada, foi denunciado nas redes sociais por ter na unidade de traumatologia televisões em que é necessário pagar para que transmitam imagem. No entanto, nem inserindo moeda as televisões funcionam.

Publicidade

Esta situação foi denunciada por familiares de um paciente internado, que quando vão visitar o utente na unidade hospitalar de Almada teriam de pagar 50 cêntimos para que o aparelho funcionasse durante 55 minutos. Se introduzissem 1 euro, o aparelho funcionaria durante 90 minutos, de acordo com as instruções afixadas nas televisões. .

Publicidade

O Jornal de Notícias recebeu um comunicado do hospital a informar que nem com o dinheiro o televisor transmite imagem, uma vez que esse serviço está desactivado há muitos anos. Esta situação explica-se porque estes aparelhos estão para ser substituídos por novos, pois os "aparelhos que ainda se encontram instalados não têm funcionalidade".

O comunicado não esclarecia se novos aparelhos, a serem instalados, continuarão a funcionar em regime de pagamento por cada utilização ou se o hospital acabará por disponibilizar aparelhos "normais", em que não seja preciso inserir qualquer moeda para que funcionem. Contudo, e de acordo com o Correio da Manhã, as televisões existentes em outras áreas do Garcia de Orta, que não a de Traumatologia, já são gratuitas, tendo o hospital assegurado a instalação dos novos equipamentos nesta unidade até ao final do ano.

A importância das redes sociais

Esta é uma situação em que a denúncia dos familiares de um utente, publicando as fotos nas redes sociais, parece ter levado a instituição em causa a colocar na sua lista de prioridades a obtenção de televisões que funcionem, uma vez que, estando internados, os pacientes acabam por não ter outro tipo de distracção. .

Publicidade

Pelo que se tem observado nos dias que correm, as redes sociais não são apenas usadas para a publicação de fotografias de carácter narcisista e por vezes egoísta, mas também para denunciar casos como este que não deviam acontecer, mas que infelizmente fazem manchetes na comunicação social. #Insólito