Um operário de 29 anos morreu na manhã desta quinta-feira, 12 de Outubro, na sequência de um #Acidente de #trabalho. O trágico acidente ocorreu numa base militar da Marinha, no concelho de Sesimbra, distrito de Setúbal. Alex Rodrigues, natural do concelho de Salvaterra de Magos terá caído de uma grua telescópica onde se encontrava com um colega de trabalho, que acabou por sofrer ferimentos considerados graves. O caso está a ser investigado pela empresa responsável pelos trabalhos, pelas autoridades militares e pela Autoridade para as Condições do Trabalho.

Eram cerca das 11h30 quando o alerta soou na central do Comando Distrital das Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal, da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC).

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Os dois operários civis estavam a realizar trabalhos de reparação numa antena de comunicações na base militar da Marinha portuguesa, localizada na zona da Fonte da Telha, entre os concelhos de Almada e de Sesimbra, na margem Sul do rio Tejo. Uma base que está igualmente ao serviço da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO).

Os dois trabalhadores estariam numa grua telescópica, que alegadamente devido à cedência do terreno que suportava as respectivas sapatas, tombou rebentando os cabos de suporte da torre da antena. A situação acabaria por provocar a queda dos homens, tendo Alex Rodrigues, de 29 anos, natural da localidade de Granho, no concelho de Salvaterra de Magos, tido morte imediata. O seu colega de trabalho foi socorrido no local e depois transportado por uma equipa de emergência médica para o Hospital Garcia de Orta, em Almada, onde deu entrada com ferimentos considerados graves.

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Os bombeiros que se deslocaram ao local tiveram de assistir mais duas pessoas que ficaram em estado de consternação perante o sucedido, não tendo sofrido, no entanto, qualquer ferimento físico.

As circunstâncias em que ocorreu o trágico acidente, e as respectivas causas, estão a ser investigadas pelas autoridades militares, designadamente a Polícia Judiciária Militar, uma vez que a situação se verificou no interior de instalações da Marinha. Também a empresa responsável pelos trabalhos, entidade patronal das vítimas, iniciou um processo de averiguação com vista a esclarecer o sucedido. Por sua vez, também a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) enviou para o local uma equipa de inspectores, com o objectivo de verificar se estavam a ser cumpridas todas as regras inerentes com a segurança no trabalho.