Um dos assuntos mais falados do momento em Portugal é o polémico vídeo que está a chocar todos aqueles que o visualizam. Neste vídeo vários jovens agridem outro ao longo de cerca de 13 minutos. Tudo isto aconteceu na Figueira da Foz. Esta situação aconteceu no verão do ano passado, mas só agora foi divulgado o vídeo que está a chocar tudo e todos.

A família do jovem agredido, face à recente divulgação do vídeo online, apresentou hoje, dia 13 de Maio, queixa na PSP contra os agressores e contra quem divulgou o vídeo nas redes sociais. O caso está já a ser investigado e os intervenientes nas agressões estão já todos identificados pela PSP.

No vídeo conseguimos ver duas adolescentes a agredir um jovem rapaz, ao longo de cerca de 13 minutos, e tudo isto aconteceu perante a passividade de outros jovens. Este vídeo está a chocar todos aqueles que já assistiram e são mais que muitas a manifestações nas redes sociais. Muitas são as pessoas que através, também, das redes sociais estão a exigir a intervenção imediata das autoridades.

Este polémico vídeo foi divulgado esta última terça-feira através do Facebook e em poucas horas teve mais de meio milhão de visualizações e cerca de 20 mil partilhas. Foi já confirmado pela PSP que as agressões aconteceram numa zona central da cidade da Figueira da Foz, junto a um complexo residencial - Bairro Novo. Esta zona da cidade é considerada uma zona bastante movimentada e ao longo de todo o vídeo não vemos ninguém intervir ou impedir as agressões.

No vídeo, para além do jovem agredido, podemos ver cinco raparigas e um rapaz. Todos os envolvidos nas agressões, na sequência da divulgação deste vídeo, foram identificados na rede social Facebook e foram já alvo de inúmeros insultos e ameaças. Na sequência desta situação, alguns deles apagaram as suas páginas. Esta gravação que está a ser tão polémica ainda se encontra publicada numa conta do Youtube. Noutras contas, este vídeo foi já removido por "violação da política do YouTube que proíbe conteúdo concebido para assediar, intimidar ou ameaçar". #Educação #Justiça