Um jovem emigrante português de 22 anos circulou a 221 km/h com um bebé e a sua mulher na viatura, na mesma zona do trágico acidente que tirou a vida a três crianças portuguesas no passado sábado, dia 1 de Agosto. O “El Mundo” noticia que a infracção ocorreu na passada sexta-feira, dia 31 de Julho, mas só ontem é que foi detido pela Guarda Civil de Zamora. O jovem português está acusado de crimes contra a segurança rodoviária, que poderá incorrer numa pena que pode ir de três a seis meses de prisão. O regresso dos emigrantes a Portugal para passar as férias está a ser assombrado pelos acidentes e infracções cometidas nestes primeiros dias.

Um dia antes do violento acidente que retirou a vida a três crianças portuguesas, aconteceu uma infracção cometida por um emigrante português que poderia ter facilmente terminado também em tragédia, exactamente no mesmo local. Um jovem português de 22 anos foi apanhado a circular acima dos 220 km/h numa auto-estrada onde o limite está fixado nos normais 120 km/h. Segundo avança o “El Mundo”, a bordo na viatura seguiam um bebé com cerca de oito meses e a mulher do condutor.

A Guardia Civil de Zamora informou a imprensa de que o emigrante português está acusado de crimes contra a segurança rodoviária e que será ouvido no Tribunal de Primeira Instância e Instrução de Zamora. Segundo informam as autoridades espanholas, caso um condutor circule acima de 216 km/h, este pode ser punido com uma pena de prisão de três a seis meses ou então serviço comunitário até um ano.

No mesmo local desta infracção, apenas um dias depois, três crianças portuguesas perderam a vida num fatal acidente de carro contra um camião de pneus. Este acidente está a chocar e a assombrar o início das férias de muitos portugueses, que se deslocam nas suas viaturas para passarem umas merecidas férias. Por isso mesmo, nas redes sociais, muitos destes exigem uma punição exemplar para este jovem emigrante português sobretudo para que estes comportamentos de risco acabem de vez, mas também porque alguém que não olha pela segurança da sua família, para mais com um bebé a bordo, não merece estar em liberdade.

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