O #Natal é uma das alturas do ano com mais procura de animais para adoção, com o intuito de serem oferecidos, a maior parte das vezes a crianças.

Embora as Associações que recolhem #Animais fiquem contentes com esta procura, há uma preocupação crescente, a nível mundial, para o facto de estes animais adotados não o serem feitos conscientemente.

A fundação Dogs Trust, na Inglaterra, já há uns anos segue a política de não adoção nesta altura do ano, lançando campanhas sucessivas de sensibilização para a adoção consciente dos nossos amigos de 4 patas, sendo que um animal é para a vida, e não só para o Natal.

Ana Ceriz, pertencente à direção da Associação de Proteção Animal Cão Viver, afirma categoricamente que “uma vida não pode ser oferecida“.

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E, se esse aumento de adoções se verificar este Natal, ele “não é um acréscimo positivo” tendo em  conta que “os cães oferecidos no Natal são os que vão aparecer na época das férias”.

Afirma ainda a necessidade para uma adoção consciente, tendo em vista sempre o bem-estar do animal (que é um ser com sentimentos, medos, frustrações, capaz de sentir tristeza e felicidade, aconchegados ou em pânico).

A entrevistada reitera a importância da educação quanto aos animais, sendo que uma parte do trabalho efetuado por estes voluntários é ir a escolas e sensibilizar os mais novos para a causa animal, transmitindo sempre a necessidade de respeito por estes seres que sentem como nós.