Quatro emigrantes portugueses morreram, na madrugada deste domingo, 8 de Janeiro, no centro de França, na sequência de um #Acidente com o autocarro onde viajavam. A tragédia aconteceu às 4:30 horas na conhecida “estrada da morte” onde, no ano passado, morreram 12 portugueses numa colisão entre uma carrinha e um pesado de mercadorias. O prefeito de Saône-et-Loire, Gilbert Payet, aponta como causas do trágico acidente a existência de piso escorregadio e uma velocidade desajustada. Para além de 4 mortos, há o registo de 3 feridos muito graves, incluindo um bebé de dois anos, e 25 feridos considerados ligeiros.

O fatídico acidente ocorreu na Estrada Centro Europa e Atlântico, na localidade de Charolles, em Saône-et-Loire.

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Uma via rodoviária considerada “muito perigosa” devido às extensas rectas e utilizada por motoristas de pesados de mercadorias. No entanto, à hora do acidente o trânsito era escasso o que leva Gilbert Payet a apontar outros factores para o despiste do autocarro, nomeadamente o piso escorregadio. Contudo, as autoridades policiais encontram-se a apurar as causas que terão originado o fatídico acidente.

O responsável pela empresa proprietária do autocarro “Rota das Gravuras” esclareceu os jornalistas que no veículo seguiam 32 passageiros, entre os quais três a quatro crianças menores de 10 anos, que regressavam à Suíça depois de terem estado de férias em Portugal. São todos originários de várias localidades do distrito da Guarda, nomeadamente dos concelhos de Vila Nova de Foz Côa e de Penafiel.

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Um dos dois motoristas era filho do próprio empresário que lhe terá dito que o autocarro terá entrado em despiste devido ao gelo acumulado na estrada.

Entretanto, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já manifestou o seu “profundo pesar” pela morte dos quatro emigrantes portugueses, expressando às respectivas famílias as suas “sentidas condolências”. Numa mensagem publicada no sítio da Presidência na Internet, o Chefe do Estado garante que está a acompanhar a evolução da “situação clínica” dos feridos, especialmente daqueles que apresentam uma situação mais crítica. #Emigração