Cientistas da Universidade de Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, descobriram que a melhor cura para as constipações é um abraço. Adicionalmente, o seu estudo desvendou através de um grupo de 400 voluntários que quem tem uma vida social mais activa sofre menos stress e ansiedade. Ainda não se compreende a relação entre a vertente emocional e a saúde, mas os ratos de laboratório observados e os voluntários adoentados lançaram luz sobre o carinho como forma de cura. Os abraços entre humanos e as demonstrações de afecto entre ratos foram o suficiente para combater mais rapidamente as constipações dos que foram acarinhados, conclui o estudo.

Uma vez que as sensações à flor da pele são importantes para este e outros casos, investigadores dos Estados Unidos e da Coreia do Sul juntaram-se e desenvolveram um material semelhante à pele, feito de ouro e silicone e com 400 sensores por milímetro quadrado.

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O objectivo é usar este material, sensível ao toque e à humidade, em pessoas com material protético no corpo. Juntamente com a tecnologia que permite o controlo protético através do cérebro, este novo avanço científico conseguirá melhorar a qualidade de vida de pessoas que sofreram acidentes e perderam algum membro do seu corpo, por exemplo.

Por falar em controlo através do cérebro, especialistas da Universidade da Califórnia desenvolveram um descodificador deste músculo humano, que usa um algoritmo para traduzir em palavras e sons a actividade cerebral. Os cientistas examinaram o que dizia o cérebro de pacientes com ataques epiléticos, mas o objectivo é usar a tecnologia em pacientes mudos e paralisados, ou mesmo em coma. Por outro lado, uma investigação da Universidade de Washington conseguiu criar um dispositivo que liga os cérebros de duas pessoas.

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Conectados por um dispositivo de eletroencefalografia, os voluntários jogaram um jogo de computador em que apenas um deles conseguia ver o ecrã e o outro possuía os controlos. O dispositivo bastou para que o voluntário que via o ecrã pensasse em acções e o voluntário que detinha os controlos conseguisse executá-las no jogo. Note-se que os participantes estavam em edifícios diferentes. Também neste caso o objectivo é ajudar pessoas com problemas físicos, mas com uma actividade cerebral saudável.

Embora já conheçamos o suficiente sobre o corpo humano para lançar estas invenções, há muito ainda por descobrir sobre o planeta que habitamos. Mas estamos no bom caminho. Cientistas da Universidade do Colorado descobriram que os mesmos electrões que danificam satélites, a milhares de quilómetros de distância da atmosfera, não chegam à Terra graças a uma cúpula formada por partículas de grande densidade energética e situada a 11 mil quilómetros do planeta. Ainda não se sabe ao certo de que é feita esta cúpula, mas os cientistas chamam-na "plasmoesfera".

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Ainda que estejamos a investigar mais sobre o mundo, os cientistas da Universidade Estadual de Moscovo, na Rússia, estão a salvaguardar a herança da humanidade através de uma Arca de Noé (é mesmo este o nome do projecto), onde estão a ser guardados os dados genéticos de todas as espécies à face do planeta, incluindo as extintas. A base de dados gigantesca, com um valor inicial de quase 22 milhões de euros, será concluída em 2018. #Inovação #Curiosidades