Encontrar fontes alternativas de energia é um problema global. As empresas e os indivíduos trabalham de forma a tornar a energia barata e disponível para todos. Alguns projetos são de grande escala e outros de pequena escala, mas há um lugar para todos os tipos quando falamos de inovações que nos podem mudar a vida. Será este o futuro?

Há uma semana, uma nova campanha de crowdfunding - VAGA HandEnergy - denominada assim pelo seu inventor, Michael Vaga, um estudante de 17 anos de idade, de Belarus começou no Indiegogo. Este gerador de energia de bolso não é a sua primeira ideia, mas é o primeiro a tornar-se um dispositivo real.

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O protótipo atual é baseado num giroscópio com um peso de cerca de 400 gr - um pouco mais pesado que um giroscópio convencional. Neste momento, o dispositivo é capaz de gerar menor energia do que uma corrente eléctrica - será necessário girá-lo cerca de 25-30 minutos para carregar 10% da bateria de um telemóvel. O sistema é ainda capaz de acumular alguma carga, mas pequena em comparação com a bateria do telefone. A equipa de Vaga trabalha neste momento para alcançar entre os 2000-3000 milliamperes de carga acumulada. É claro que esta é um solução de emergência, mas para o inventor é apenas o primeiro passo para mudarmos o sistema de energia global.

Outra forma será usarmos o corpo humano como fonte de energia. Como? Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego projectaram um sensor na forma de uma tatuagem temporária que pode criar electricidade a partir do nosso suor.

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No teste efectuado, a quantidade máxima de energia produzida por uma pessoa que não esteja em forma, foi apenas cerca de quatro microwatts. Esta quantidade é menos de metade da energia necessária para que um relógio funcione. Mas, e se usarmos tatuagens maiores?

Outro exemplo, são as Pavegen - uma espécie de calçada - que recolhe energia a partir dos nossos passos. Essa energia tem a vantagem de poder ser armazenada em pilhas ou utilizada na hora. Alguns exemplos podem ser encontrados no Terminal 3 de Heathrow, numa estação de comboios em Saint Omer, França, na praça da Federação de Melbourne, Austrália e na estação de metro de West Ham em Londres, por altura das Olimpíadas de 2012.

Estas três invenções mostram que as empresas estão de facto preocupadas em encontrar fontes alternativas, resta saber se são invenções viáveis para o futuro. #Inovação #Ambiente