Apesar de não ser a invenção do século, esta bateria de alumínio poderá facilitar a vida de muitas pessoas. Com o stress do dia-a-dia, o tempo torna-se uma variável preciosa que deve ser bem gerida, de modo a ser bem aproveitada, segundo reflete a expressão proferida por muitas pessoas, em diversas situações, "tempo é dinheiro".

A tecnologia é, nos dias de hoje, cada vez mais inovadora, colocando inúmeros produtos no mercado que nos oferecem diversas vantagens, e que facilitam o nosso quotidiano. O uso frequente de dispositivos eletrónicos, bem como as novas funcionalidades que estes possuem, resulta numa maior necessidade de carregamento, devido à baixa autonomia que as suas baterias oferecem. Assim, apesar de tecnologia nos oferecer inúmeros produtos de qualidade, coloca um pouco de parte a questão do desenvolvimento das baterias, o que acaba por se refletir num desenvolvimento paradoxal, pois apesar de termos, cada vez mais produtos inovadores, estes acabam por não ser devidamente eficientes.

De forma a responder, de forma hábil e competente, a estes problemas, que se impõem na vida de muitas pessoas, os investigadores da Universidade de Stanford, nos EUA, criaram uma bateria de alumínio que revolucionará a tecnologia.

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Esta bateria, para além de permitir o carregamento dos #Smartphones em apenas 60 segundos, tem uma boa flexibilidade, segurança, capacidade de suportar um maior ciclo de carregamentos, indo até aos 7500, e perdura sete vezes mais do que as tradicionais baterias de lítio.

Esta invenção, para além de representar um progresso no mundo tecnológico, também tem um impacto positivo no ambiente, segundo afirma o professor de química, da Universidade de Stanford, Hongjie Dai, numa entrevista para o jornal The Telegraph: "Nós desenvolvemos uma bateria que pode substituir os dispositivos de armazenamento existentes, como as pilhas alcalinas que têm efeitos negativos para o ambiente e baterias de íon-lítio que ocasionalmente explodem".

No entanto, e como este projeto é recente, a bateria produz apenas metade da voltagem da bateria de lítio.

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Porém, os cientistas estão otimistas no seu progresso e desenvolvimento, nos próximos anos. Será que evoluções desta natureza revolucionarão a vida de muitas pessoas?