Segundo os dados fornecidos pela Marktest, estima-se que aproximadamente 5 milhões de cidadãos portugueses tenham visitado sites de e-commerce. E-commerce define-se como um comércio eletrónico online, ou seja, virtual, onde podem ser efetuadas compras de qualquer artigo que se imagine, tal como se pode, por exemplo, fazer num centro comercial. Uma grande vantagem do e-commerce, para além das diversas modalidades de pagamento, como é o caso de cartões MBnet, Paypal, entre outros, é que não está restringido apenas ao uso de dinheiro ou ao cartão de débito/crédito, e também o preço é mais apelativo. Mas o que levará as pessoas a confiarem tanto na Internet e a quererem fazer compras lá?

A Internet há muito que se revelou um meio útil e eficaz, até mesmo na capacidade que tem em gerar dinheiro aos seus utilizadores.

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Este comércio virtual praticado online começa, cada vez mais, a ganhar adeptos, uma vez que se encontra uma grande variedade para escolha, a preços, por vezes, bastante inferiores daqueles que são praticados nas superfícies comerciais. Aliado a estes factos, estas lojas eletrónicas também conseguem garantir a entrega dos produtos num curto espaço de tempo, a preços relativamente razoáveis.

Passemos, então, às estatísticas obtidas no 4.º trimestre do ano passado:

  • Aproximadamente 5 milhões de pessoas, residentes em Portugal Continental, visitaram e navegaram em sites e-commerce;
  • Este número representa cerca de 80% dos internautas Portugueses;
  • Os internautas Portugueses dedicaram cerca de 31 milhões de horas nestes sites, o que traduz uma média de 5h e 27 minutos por visitante;
  • Excluindo os sites de leilões e de compras, como OLX e CustoJusto, os sites mais visitados foram da FNAC, do IKEA e da LA REDOUTE.


Supondo que Portugal teria 10 milhões de habitantes, poderíamos admitir que cerca de metade da sua população (5 milhões) visitava sites de comércio virtual. Estes números têm grande probabilidade para aumentar, tal como foi observado estatisticamente pela Marktest. Pois surgiram cerca de 200 000 (duzentos mil) novos internautas entre o primeiro trimestre e o quarto (e último) de 2014. São dados extremamente interessantes e o melhor é esperar por 2016 para chegarem as conclusões precisas sobre 2015.

De salientar que esta análise teve como base informações do grupo Marktest (especializado na área de estudos do mercado e processamento de informação). #Inovação