O próprio YouTube já confirmou que está a desenvolver um serviço para os utilizadores subscreverem, com custos, de modo a deixarem de ver a publicidade do site. Ter que se esperar que determinada publicidade termine para começar a visualização, ou então até mesmo a meio do vídeo (quando são de maior duração), é algo bastante aborrecido e incomodativo. Com esta medida, este processo será um pouco mais fácil.

Apesar dos custos que implicam para os criadores dos vídeos, estes acabarão por ser recompensados pelo YouTube, devido ao trabalho que desenvolvem para a comunidade. Já os visitantes não têm que pagar nada e podem assistir aos vídeos do subscritor sem isso implicar qualquer custo acrescido.

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Esta medida acaba por ser "um mal que vem por bem", porque extensões como o "Adblock" ou outras que bloqueiem anúncios e publicidade, retiram ao proprietário do vídeo grande parte da receita que receberiam pelo seu trabalho. Obviamente que não é isso que o Youtube quer, daí instaurar esta medida, de modo a que não exista uma quebra nem no fluxo, nem na qualidade dos vídeos. 

Mas o que ganha o produtor com isto? 

Sabido, então, que terá de pagar um valor fixo (ainda não divulgado) para a subscrição deste serviço, o YouTube informa que recompensará os criadores dos vídeos em cerca de 55% do valor total respetivo às receitas das subscrições e visualizações. Quantas mais visualizações angariar, mais receberá no fim.

Estas medidas terão que ser aceites até Julho do ano corrente pelos proprietários dos canais, ou ficarão com o seu canal descrito como "Privado".

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Para além disso, não terão também qualquer possibilidade de rentabilizar o seu trabalho, porque não receberão qualquer receita.

Em suma, este serviço trará um novo YouTube, por assim dizer, ao utilizador que visualiza vídeos de subscritores, não sofrendo com a permanente publicidade que surge nos vídeos. Contudo, quem não subscrever, fará com que os seus visitantes assistam ao seu trabalho, levando-os, no entanto, a que tenham de esperar aqueles "longos" segundos pelo fim da publicidade.  A notícia destas alterações chegou via e-mail aos criadores dos vídeos.