As críticas públicas de #Taylor Swift levaram a #Apple a mudar de posição relativamente ao pagamento dos royalties aos artistas durante a fase experimental do novo serviço de streaming da gigante tecnológica, o AppleMusic. A empresa norte-americana não queria pagar nos primeiros três meses mas a indignação da estrela pop acabou por levar a uma mudança de posição. Foram necessárias poucas horas para que os efeitos da postura de Taylor Swift se repercutissem na multinacional sediada na Califórnia, Estados Unidos da América (EUA). Perante a decisão inicial da Apple, a compositora considerou "injusto pedir a alguém para trabalhar a troco de nada".

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Como forma de mostrar o seu desagrado perante uma decisão da empresa norte-americana que classificou de "chocante e desapontante", a cantora de 25 anos recusou disponibilizar o seu mais recente álbum, '1989', no AppleMusic. Intitulado "To Apple, Love Taylor" ("Para a Apple, com Amor Taylor", em português), o post escrito por Taylor Swift na plataforma de blogging Tumblr é uma crítica aberta à gigante norte-americana. "Não vos pedimos iPhones grátis. Por favor não nos peçam para vos disponibilizar a nossa #Música sem compensação", contesta a estrela.

Na base das críticas públicas da cantora está o anúncio da Apple de que iria partilhar os lucros com os artistas quando tivessem início as subscrições pagas do novo serviço de streaming. Contudo, a revolta de Taylor Swift, e que está em consonância com as queixas de artistas independentes, levou a multinacional a mudar a decisão inicialmente anunciada quanto aos três meses experimentais da AppleMusic.

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Agora, o serviço "vai pagar aos artistas pelo streaming, mesmo durante o período gratuito para os utilizadores. Ouvimo-vos taylorswift13 e artistas indie. Com amor, Apple", publicou Eddy Cue, vice-presidente sénior da Apple, na rede social Twitter. O post já conta com mais de 11 mil retweets.

A cantora já tinha tido uma atitude semelhante em Novembro de 2014, quando decidiu retirar todas as suas músicas do Spotify, por considerar que o serviço de música digital "encolheu drasticamente o número de vendas de álbuns pagos".