A #Google continua na vanguarda da tecnologia. Desta vez, está a preparar os testes para um carro sem condutor. Estes testes estão a ser feitos longe sede da empresa na Califórnia, uma vez que o carro foi para o Texas. A intenção é testar a resposta do carro ao trânsito da cidade de Austin.

A Google acabou de dar um passo no que diz respeito a aperfeiçoar os seus carros sem condutor. Agora, um Lexus RX450h saiu à rua no Texas para criar mapas e testar a tecnologia da empresa. Espera-se que ainda esta semana um outro carro vá fazer o mesmo trabalho. Porém é importante ter em conta que todos os veículos tenham sempre condutores lá dentro para o caso de ser necessário conduzir o carro manualmente.

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Ainda no mês passado a Google testou um veículo criado por si, em Mountain View. No entanto, a intenção não é que a empresa crie os próprios veículos, mas sim que possa vender esta tecnologia a todas as marcas. Tanto a Google como as restantes marcas, que trabalham para que os carros sem condutores sejam uma realidade, acreditam que em 2020 os mesmos já poderão estar no mercado.

Contudo, outras questões são levantadas com o uso e o acesso a estes veículos autónomos. Ainda este ano, um estudo feito pela Universidade do Michigan indicou que o recurso a carros autónomos pode vir a trazer problemas para a saúde, entre eles enjoos e má disposição. Segundo os especialistas deste estudo e do instituto de pesquisa dos transportes da universidade norte-americana, os enjoos vão ser uma realidade para cerca de 6% a 10% dos utilizadores dos veículos autónomos.

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Este problema prende-se com o facto de o passageiro do carro estar a fazer algo que não necessita de concentração na estrada, o que pode gerar um conflito entre o sistema vestibular (conjunto de órgãos do ouvido interno responsáveis pelo equilíbrio) e as informações que os olhos estão a passar ao cérebro. Esta discrepância entre as informações percepcionadas, tanto pelos olhos como pelo sistema vestibular, podem vir a causar um conflito que, por sua vez, e não tendo como atenuar a sensação de movimento perceptível pelo sistema vestibular, vai causar os enjoos.

As várias empresas responsáveis por esta tecnologia, afirmam já estarem a tomar várias medidas para minimizar estes impactos negativos. Uma das soluções encontradas passa por colocar ecrãs que obriguem os passageiros a olhar em frente, permitindo assim que os passageiros ocupem o tempo de viagem com actividades online. Outra opção colocada em cima da mesa é a hipótese não só de janelas maiores mas também de bancos que favoreçam a tendência dos ocupantes da viatura a ficarem direitos e olhar em frente. #Inovação