O site de encontros extraconjugais Ashley Madison viu cerca de 9,7 gigabytes de dados serem roubados por um grupo de hackers conhecido como Impact Team. Os atacantes informáticos pretendiam que o site fosse retirado da internet mas como o seu pedido não foi satisfeito, são agora conhecidos detalhes da vida pessoal de mais de 37 milhões de utilizadores. Os documentos divulgados incluem endereço de email, morada e ainda dados do cartão de crédito. Em Portugal são cerca de 120 mil os utilizadores registados neste site, sendo que na sua maioria estão todos concentrados na zona norte do país. A empresa detentora do website já condenou a divulgação dos dados.

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O maior site de relacionamentos extraconjugais do mundo, apesar de ter a sua sede permanente no Canadá, está espalhado por 45 países. Agora, o medo de os utilizadores serem descobertos é um pouco geral a nível mundial, especialmente para os que são verdadeiramente infiéis. Tudo terá acontecido com um ataque informático que aconteceu no passado mês de Julho, apesar de só agora os “estragos” serem conhecidos, e que deixou vulnerável os dados pessoais de 37 milhões de utilizadores.

Segundo o comunicado enviado pelo grupo que reivindicou o ataque, o mesmo aconteceu porque “a empresa responsável pelo website passou a disponibilizar, por 19 dólares (cerca de 17,50 euros), um serviço de eliminação total de dados aos seus clientes”, segundo escreve o Jornal de Notícias. Porém, os hackers afirmam que os dados nunca foram na verdade eliminados e que este serviço rendeu à empresa mais de 1,7 milhões de dólares só no ano passado.

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Não tendo sido atendido o pedido, os dados foram lançados na internet, sabendo-se hoje que estão registados no site 1,2 milhões de ingleses, apresentando contas de email relacionadas com uma universidade, com o governo, Ministério público e até mesmo polícia. Segundo o Daily Mail, há também quem tenha utilizado um perfil falso como, por exemplo, o antigo primeiro-ministro Tony Blair.

Porém, é em São Paulo, no Brasil, que se concentram o maior número de infiéis, numa distribuição por cidades.  Outras histórias menos positivas acontecem, por exemplo, com um utilizador da Arábia Saudita que viu a sua homossexualidade ser revelada e pode agora enfrentar a pena de morte. Em Portugal são 120 mil os utilizadores registados, quase todos do norte do país. #Curiosidades