Para a Blasting News, muito além de perceber a dependência desta rede social por parte de um utilizador dito mais comum, importa desmistificar a crescente importância que esta rede social tem conquistado no seio das empresas. Estar presente no #Facebook é hoje uma característica quase imprescindível à forma como uma empresa se dá a conhecer e divulga os seus produtos e serviços. Para tal, contactámos José Ribeiro, da Trigger, uma agência de marketing digital.

Apesar do crescente número de utilizadores, as potencialidades do Facebook para as empresas vão muito além. “Uma das maiores vantagens está no extremo oposto, nas possibilidades de segmentação muito precisa do público-alvo a alcançar, nomeadamente através da publicidade”, explicou, acrescentando: “desta forma os anúncios são muito mais relevantes para os utilizadores e o orçamento necessário é bastante escasso.

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Devido à recorrente diminuição do alcance dos posts orgânicos, a publicidade no Facebook tornou-se fundamental para uma estratégia de marketing de sucesso e as empresas só têm a ganhar em recorrer a ela”.

A página de uma empresa no Facebook é equiparada a uma cartão-de-visitas virtual que permite “aumentar a sua notoriedade, humanizar a empresa, constituir e alimentar uma comunidade de fãs, encaminhar tráfego para o website e captar leads para o negócio”. As possibilidades de venda directamente na plataforma vão continuar a crescer, tal como demonstra a mais recente aposta da rede social numa secção dedicada às compras.

Ainda falamos em limites?

Contrariamente aos limites que muitos especialistas acreditam que se devem impor nas utilizações diárias desta rede social, a nível empresarial existem limitações? “O limite é o do bom senso e da inteligência.

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Fundamentalmente é importante compreender o que deve ser o marketing nas #Redes Sociais e quais as expectativas dos seus utilizadores”, defendeu José Ribeiro. Neste campo, a agressividade comercial é, para o especialista, um dos erros mais cometidos. “Esquecer a componente “social” das Redes Sociais é um erro que pode sair caro. As empresas devem ter uma política de conteúdos e postagem coerente e um tom de voz próprio, adequado ao canal; contudo, devem também evitar uma informalidade excessiva que transmita falta de profissionalismo, outro dos erros bastante comuns”, apontou.

Precisamente por estabelecer um contacto directo com os seus clientes, esta rede social é uma excelente ferramenta de comunicação organizacional mas também existem desvantagens associadas, “como consequência de más práticas”. Para José Ribeiro, isto verifica-se sobretudo ao nível das PME que “só agora começam a entregar a gestão de redes sociais a agências de marketing digital como a Trigger ou a recorrer a elas para dar formação às suas equipas internas”.

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Mesmo não parecendo, “a gestão de redes sociais é uma das actividades mais desafiantes do marketing digital e não deve ser palco para abordagens voluntaristas”, acrescentou. Trata-se de uma função que requer “competências sociais, inteligência emocional, estratégia, analítica e bom copywriting”, características que nem sempre se agregam num único profissional.