Uma notícia publicada no jornal Notícias ao Minuto informa que os códigos de segurança e as palavras-passe estão cada vez mais a ser substituídos por tecnologias como a biometria. A biometria é tão comum que por vez nem nos damos conta da sua complexidade. Comum, pois é a forma de identificação presente em cada indivíduo: impressão digital, reconhecimento facial, reconhecimento da íris, padrões de voz, padrões faciais e impressões de palma da mão e até o ADN.

A forma de identificação biométrica mais comum de todas é a impressão digital. De origem genética, a impressão digital é uma das maiores provas de identidade do ser humano; embora possam existir semelhanças, a impressão digital é única em cada indivíduo. 

A expansão da tecnologia biométrica tem crescido a olhos vistos por todo o mundo, incluindo no Departamento Federal de Investigação dos EUA, FBI (Federal Bureau of Investigation).

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A sua complexidade deve-se, no entanto, a ser uma das formas mais eficazes e únicas de identificação, e por isso é cada vez mais confiável apostar nesta tecnologia que tem demonstrado provas da sua irrefutabilidade em várias áreas de utilização.

Outra prova do seu potencial é a implementação feita pelo banco britânico HSBC. Esta instituição decidiu tomar a decisão de avançar no tempo e colocar a biometria em primeiro lugar. Esta mudança consiste em utilizar um sensor de impressões digitais e de reconhecimento de voz para a identificação do cliente no seu iPhone e iPad. Ou seja, ao aceder à conta bancária individual, em vez de ser necessária uma palavra-passe, agora a identificação é feita por processos biométricos, representando um grande aumento da segurança e menor preocupação com a utilização destes dispositivos móveis.

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A gravação da palavra-passe e possibilidade de esta ser decifrada começa a desaparecer com este tipo de soluções, que tendem a aumentar a sua expansão mundialmente.

De acordo com uma das executivas do HSBC, esta iniciativa é “a maior disponibilização de tecnologia de segurança biométrica no Reino Unido”.

A primeira instituição a implementar esta tecnologia será uma subsidiária da HSBC, a FirstDirect, sendo que depois será disponibilizada gradualmente para todos os 15 milhões de clientes do banco britânico. #Bancos #Inovação #Apple