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O Web Summit decorreu esta semana na FIL em Lisboa entre os dias 07 e 10 de novembro [VIDEO] e não defraudou as expetativas. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa classificou o #Web Summit como “um sucesso espetacular”. Ficamos agora todos na expetativa sobre como será o evento em 2017 também na FIL em Lisboa sendo que se espera nova lotação esgotada.

Os números do Web Summit 2016

O evento ultrapassou os 53 mil visitantes oriundos de 166 países. Sendo o tema principal a tecnologia, um mercado ainda muito virado para o sexo masculino, a organização teve o prazer de anunciar que a participação feminina foi bastante significativa, principalmente no espaço “Women in Tech”.

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A percentagem de presenças no evento foi 42% feminina e 58% masculina. Foram 677 oradores que discursaram e mais de 1000 startups apresentaram as suas ideias de negócio perante investidores que estiveram presentes à procura de novas oportunidades de negócio.

O Web Summit não foi só um sucesso a nível de presenças físicas, tratando-se de um evento dedicado à tecnologia, o sucesso também surgiu nos formatos digitais. Só no Facebook Live foram registadas mais de quatro milhões de visualizações e mais de 1,8 milhões de mensagens forma enviadas através da app do evento. O tempo médio de visualização passado numa sessão na app foi de 12:26 minutos.

A organização comunicou também alguns números curiosos do evento como por exemplo os 97 mil pastéis de nata que foram consumidos com muito café, que, dado o número elevado, não chegou a ser contabilizado.

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As eleições nos Estados Unidos da América

Apesar de ser um evento dedicado à tecnologia, o público e os oradores presentes não ficaram indiferentes aos resultados das eleições nos EUA que deram a vitória a Donald Trump. Os “gritos” que se fizeram ouvir no Web Summit foram de revolta e estupefação perante a eleição do candidato republicano. No segundo dia do evento, o empresário norte-americano Dave McLure fez um discurso bastante “inflamado” contra aquilo que considerou uma vitória eleitoral baseada no medo e no ódio convidando a todos os que estavam presentes a lutarem de forma mais intensa pela preservação dos seus direitos.

Outros “casos” do Web Summit 2016

O Web Summit não começou a melhor maneira com o fundador Paddy Cosgrave a não ter rede wireless no seu equipamento para fazer uma demonstração no início do evento. Na altura, as culpas começaram a cair sobre a Vodafone, o que obrigou a operadora britânica a reagir em comunicado lembrando que a gestão dos acessos à Internet no MEO Arena não são da sua responsabilidade.

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Durante o evento, e para se perceber o quanto foi louca a “corrida” às entradas, foram colocados mais 300 bilhetes extra à venda por 300 euros, esses mesmos bilhetes desapareceram numa questão de horas.

Os acessos ao Web Summit não foram fáceis. O Metropolitano de Lisboa lidou com várias situações de sobrelotação das carruagens e o desagrado chegou não só a quem queria chegar rapidamente ao evento, mas também aos utentes que utilizam o serviço com regularidade. #Web Summit 2016 #Tecnologia & Inovação