A imprensa cor-de-rosa e a internet já têm com que se entreter depois do escândalo que causou a franja aparentemente demasiado curta de Beyoncé e a polémica que girou à volta do corpo de Jessica Athayde.

Ambos os casos que despertaram notícias e comentários em papel e na internet ao longo da semana que passou foram esquecidos graças a Renée Zellweger, que na segunda-feira, dia 20 de Outubro, surgiu na passadeira vermelha da 21ª. edição do evento Elle Women In Hollywood Awards.

Segundo o Telegraph, consta que a actriz chegou a ser confundida com a colega de profissão Cameron Diaz, tal foi a sua mudança de visual que se centrou no rosto.

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Rosto esse que já tinha anteriormente sofrido alterações com as flutuações de peso sempre que a actriz encarnou Bridget Jones para depois voltar à sua silhueta esguia.

Desta vez, Zellweger, que andava há meses desaparecida dos eventos públicos, surgiu com uma nova cara. Segundo o médico especialista em estética Alex Karidis, citado pelo Daily Mail, a actriz terá feito um lifting às pálpebras, já que "a distância entre as sobrancelhas e os olhos é muito mais pequena do que antes" e possivelmente terá também recorrido ao Botox para eliminar as linhas de expressão.

Sejam quais forem as razões e os procedimentos, Renée Zellweger conquistou as atenções e, a julgar pelas caixas de comentários e pelas publicações nas redes sociais, terá mesmo ido longe demais.

A verdade é que, hoje em dia, envelhecer graciosamente parece ser sinónimo de atrasar as rugas o mais possível e as celebridades têm meios para isso.

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Mas onde se traça o limite entre a vaidade e o exagero?

Neste caso concreto, também foram controversas as alterações de imagem a que a actriz se submeteu para interpretar personagens no grande ecrã, mas essas alterações não foram tão condenadas quando esta última, até agora sem uma explicação profissional que justificasse a mudança. Se Zellweger o fez a mando da sua vontade, será menos meritório do que se o tivesse feito por motivos profissionais?

O caso da Miss Universo de 1965

Apasra Hongsakula foi eleita Miss Universo em 1965, aos 18 anos de idade. Aquela que foi a primeira tailandesa a vencer o concurso permaneceu na sombra da fama durante quase 50 anos até há pouco tempo e mais uma vez volta à ribalta graças à sua imagem. É que Hongsakula parece não ter envelhecido um dia desde que foi eleita Miss.

Aos 67 anos, o agente da tailandesa foi ao programa The Morning News, onde assegurou que Hongsakula não recorreu a nenhum tratamento de beleza além do alisamento de cabelo e negou os rumores de que a ex-Miss teria gasto o equivalente a cerca de dois milhões de euros em procedimentos de estética.

Talvez tenha sido o facto de ter estado longe das luzes da ribalta e, quem sabe, da luz do dia, que manteve o seu rosto tão inalterado ao longo das cinco décadas. Mas se houve mesmo mãos profissionais a manter eterna a beleza da ex-Miss, que importa? #Moda #Entretenimento #Cinema