Desde que no final da década de 90 a bolha do "dot-com" finalmente deu de si, investir em domínios web é visto como fraco negócio. Investir em domínios de sítios porno tem de ser todo um outro mundo, onde as más opções financeiras brincam e pulam na antiga mansão de Mc Hammer. O que leva então Taylor Swift, jovem de 25 anos, com bom olho para o negócio, a comprar, não um, mas dois sítios com domínios menos próprios?

Mulher prevenida vale por duas e a cantora de "Shake It Off" faz justiça ao ditado. A partir do dia 1 de Junho, TaylorSwift.porn e TaylorSwift.adult estariam disponíveis para que qualquer internauta os adquirisse.

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Swift, querendo evitar que o seu nome ficasse associado a material explícito, comprou preventivamente os domínios. A estratégia da estrela pop não é inédita. O casal Ashton Kutcher e Mila Kunis tomou providências semelhantes quando a sua filha, Wyatt Isabelle, nasceu.

Infelizmente, o tempo e a imaginação por estas bandas digitais existem em abundância. Quando 1 de Junho chegar, novos sufixos "dot" vão ser permitidos e dificilmente haverá dinheiro que compre todas as variações pornográficas de um nome e a curiosidade pela cantora é muita. Lembre-se que as contas de Twitter, Instagram e Tumblr de Swift foram todas hackeadas no início do ano. No encalço do que ficou conhecido como "The Fappening", que revelou fotos privadas de celebridades, particularmente de Jennifer Lawrence, os "hackers" afirmaram ter em seu poder fotos de cariz semelhante da autora de "1989".

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À altura Swift respondeu com desdém no Twitter: "Algum hacker a dizer que tem 'nus'? Pssh, adoravam isso, não adoravam? Divirtam-se a usar o photoshop, porque não têm nada."

Felizmente para Taylor Swift, a cantora tem milhões de olhos vigilantes que patrulham a internet para asseverar que nada nem ninguém diz mal do seu ídolo musical. Que o diga Diplo que comparou os fãs de Swift a "um exército pior que o da Coreia do Norte." Em Novembro do ano passado, o DJ pediu aos seus fãs para começar uma campanha a fim de arranjar a Swift um "traseiro". Favas contadas. "Tudo o que eu sei é que nunca nos devemos meter numa querela com a Taylor Swift. Ela tem umas 50 milhões de pessoas que morreriam por ela," arrepende o músico. Com sorte os "swifties" terão o mesmo tipo de zelo ao navegar por sítios não recomendados a crianças. #Famosos #Música