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A escritora Margarida Rebelo Pinto, de 51 anos, acaba de lançar um novo livro, um romance intitulado "Quando voltares para mim", que relata conversas entre amigas. Sob a premissa de que desde tempos ancestrais o homem sempre saía para ir à caça e que por isso não se podia contar muito com a sua companhia, porque não era assim que funcionava, Margarida decidiu escrever algo diferente. Assim surgiu o seu mais recente romance, "Quando voltares para mim", que se baseia na amizade entre mulheres e conta histórias do universo feminino.

Este livro mostra o lado mais pragmático, trocista e alegre das conversas entre mulheres, como confidencia numa entrevista à revista Lux. Este é o seu 23º romance.

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Romântica por natureza, Margarida Rebelo Pinto diz ser mais fácil escrever sobre o amor quando se está apaixonada, não confirmando ser esse o seu caso.

O livro relata as conversas de cinco personagens femininas: Matilde, Laura, Paula, Catarina e Joana. Sendo que estas conversas realmente existiram, pois as mulheres nunca se cansam de falar sobre o amor, as suas relações e aquilo que esperam dos homens. Portanto, este livro é recomendado para os homens que queiram compreender melhor o universo feminino.

O livro pretende ser o retrato geracional das mulheres portuguesas entre os 30 e os 50 anos, sendo que falam sobretudo sobre os filhos, o amor, sobre aquilo que gostavam de fazer e não conseguem. No fundo, é a maneira como as mulheres olham para as relações e para o amor.

Sobre a sua vida pessoal, Margarida Rebelo Pinto diz ser tão romântica agora aos 51 anos de idade como era quando tinha 18 ou 30.

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Embora diga que a paixão são sempre borboletas no estômago, diz que nesta idade já não se apaixona pelas mesmas coisas. Agora apaixona-se por valores, pela inteligência e qualidade humana, salientando, no entanto, que o aspeto físico também é importante, mas não é suficiente.

Diz já ter ideias para mais dois Livros que irá começar a escrever em Outubro ou Novembro, dado ter escrito dois muito seguidos, o que a deixou muito cansada. Diz que escrever é um trabalho solitário e extenuante, mas que adora. Só a parte da solidão é que não lhe agrada assim tanto, daí a sua forte relação com a família e os amigos.