Foi com um honroso 4º lugar nos camiões e respectivo 11º naclassificativa combinada que Elisabete Jacinto terminou a último etapa a contarnesta África Eco Race. Apesar da esperança ser a última morrer, o MAN TGS nãoconseguiu chegar ao top-10 da geral, ficando a pouco mais de uma hora do polacoPawel Molgo no 11º posto. Numa etapa que arrancou em Toueila na Mauritânia eterminou em St. Louis, já no Senegal, o trio luso ficou a somente 20 segundos dopódio nos T4 (camiões). Numa especial que contou com 202 quilómetros cronometrados,a equipa Oleoban, composta porElisabete Jacinto, José Marques Teixeira e Marco Cochinho, precisou de 2h50mpara chegar até ao Senegal.

No final da etapa e já em S.Louis, a piloto lusa fezum balanço positivo deste dia 11 de prova: “Foi a últimaespecial do rali. As dunas estavam ainda mais difíceis que no ano anterior. A areia estava muito mole e ocamião tinha dificuldade em progredir. Pus-me nos traços dos dois camiões quesairam à minha frente e fui progredindo sem percalços...sem ter de parar. Depois fizemos cerca de 100 quilómetrosnuma pista sinuosa entre ervas sempre acelerar, em bom ritmo! Ficámos emquarto, apenas a alguns segundos do terceiro lugar e fomos oitavos daclassificação Auto/Camião. Nada mal tendo em contaas características da etapa”, afirmou à suaassessoria de imprensa.

Sem nunca esquecer o grande entrave que o camião luso sofreuao partir o apoio dos amortecedores que custo mais de 10 horas de penalização ehipotecou maiores aspirações a um melhor lugar na geral, a equipa Oleoban nuncabaixou os braços e vai amanhã cumprir a já mítica etapa ao redor do Largo Rosanum honroso 11º posto da geral combinada carros/camiões, ficando ainda no 4ºlugar da categoria T4.

Ainda nesta 11ª etapa, destaque para Jean AntoineSabatier no seu Bugga One, que carimbou a vitória no rali com mais um triunfo emetapas nesta África Eco Race.

Já nas motos, a dupla portuguesa conseguiu alcançar o tãodesejado objectivo de terminar esta prova. Pedro Ribeiro (Yamaha) e SérgioCastro (KTM) foram respectivamente 17º e 18º nesta especial de 202 quilómetros.Quanto à geral, os motards lusos vão garantir um lugar no top-20 nas duas rodas, feito que não deixaram de sublinhar assim que cortaram a meta em St.Louis: “Finalmente no Senegal a etapa de hoje de 200 quilómetrosde areia, com 20 de dunas, foi o ponto final à dificuldade que se tinha nas dunas.

Finalmente aprendemos como as fazer e conseguimos! Dakar está cada vez maisperto e nós cada vez mais cansados; amanhã a etapa começa as 5.30 da manhã.”, afirmou Sérgio Castro.

Amanhã a etapa já não é pontuável para a classificação, masos últimos 24 quilómetros cronometrados vão ser repletos de emoção com apartidas a serem feitas em grupos de quatro.

A edição 2015 da África Eco Raceestá a chegar ao fim, mas ainda falta a toda comitiva usufruir do magnificocenário do Lago Rosa, um “prémio” mais do que merecido a todos/as que láchegaram.

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