Maazou, segundo melhor marcador do campeonato português com nove golos, foi vendido para a China. Foi o próprio presidente do Marítimo, Carlos Pereira, a confirmar a transferência, a qual considerou ter sido um bom negócio para o clube madeirense. No entanto, a informação acerca do clube que contratou o avançado difere de órgão de comunicação para órgão de comunicação. Afinal onde jogará Maazou? Entretanto o Marítimo já procura um substituto.

O Diário de Notícias da Madeira terá sido o primeiro órgão de comunicação social a anunciar, através da sua plataforma online, a transferência de Maazou, a 28 de Janeiro, indicando que o jogador iria jogar no Changchum Yatai F.C.

Esta informação foi reproduzida pelo jornal "A Bola" no dia seguinte. Também a 29 de Janeiro, os restantes jornais desportivos de dimensão nacional voltavam a anunciar a transferência mas, desta vez para o Hangzhou Greentown. O jornal "O Jogo" escreve mesmo que o presidente do Marítimo confirmou a saída do avançado nigerino para o Hangzhou Greentow depois das partes envolvidas terem chegado a acordo.

A verdade é que, consultando o site oficial de qualquer destes clubes chineses, não existe (ainda) nenhuma referência ao jogador, nem a qualquer negócio com o clube madeirense. Se visitarmos os sites que gerem as bases de dados dos plantéis dos clubes, também verificamos que até aí a informação difere. O site português "Zerozero" dá o jogador como integrante do plantel do Hangzhou Greentow, enquanto se formos analisar o site "Tranfermarkt" o jogador aparece no Changchum Yatai F.C.

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Teremos que aguardar então até que exista uma apresentação oficial do atleta por algum destes, ou outro emblema chinês, uma vez que a única coisa que parece certa nesta transferência é que Maazou jogará na China. Existem também muitas dívidas relativamente ao valor da transferência em causa. Sendo que já surgiram valores entre 1 milhão e 2 milhões de euros, o site "Guimarães Digital" anuncia hoje que a transferência se fez por cerca de 1,5 milhões de euros, sendo que desses, 300 mil euros têm como destino o Vitória de Guimarães, detentor de 20% dos direitos económicos do atleta.